Maurice Druon: A contempt for all things military

Antiwar literary and philosophical selections

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Anti-war essays, poems, short stories and literary excerpts

Maurice Druon: The dual prerogatives of minting coins and waging wars

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Maurice Druon
From The Strangled Queen (1955)
Translated by Humphrey Hare

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There are cities that defy the centuries; time does not change them. Empires succeed each other, civilisations leave their remains in them like geological strata, but they preserve their character through the ages, their peculiar ambience, the sound and rhythm which distinguish them from all other cities upon the earth. Naples is one of these cities, and it appears to the traveller today, as it was in the Middle Ages, and doubtless a thousand years before, half-African, half-Latin, with its terraced alleys, its street-cries, its smell of olive oil, charcoal, saffron and frying fish, its sun-coloured dust, the sound of bells ringing on the necks of horses and of mules.

The Greeks founded it, the Romans conquered it…

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(25 de Abril) Tolerância zero contra o fascismo

Portal Anarquista

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Para alguns sectores da sociedade portuguesa uma das formas de protesto pela actual situação de exploração e miséria que vivemos é o embranquecimento do regime fascista anterior ao 25 de Abril de 1974 dizendo que “… antes estava-se melhor”. Invoca-se depois a segurança, o emprego, a educação. Só mentiras. Mesmo que a sociedade portuguesa hoje continue profundamente desigual e a exploração em muitos sectores se tenha vindo a agravar nos últimos anos nada é comparável à bota fascista que nos espezinhou durante mais de 40 anos.

Hoje há fome. Durante o fascismo havia fome e campos de tortura e morte como o Tarrafal. Hoje há desemprego. Durante o fascismo havia desemprego e uma guerra colonial que obrigou a dezenas de milhar de jovens a terem que ir à guerra ou a abandonarem o país. Hoje há miséria. Durante o fascismo havia miséria e eram proibidas as associações políticas e sindicais…

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Video: NATO, Ukraine and U.S. Imperialism

Antiwar literary and philosophical selections

 IF YOU HAVEN’T GIVEN YET, MAKE YOUR DONATION NOW TO KEEP LABOR BEAT ALIVE:

 
 
NATO, Ukraine and U.S. Imperialism
with Rick Rozoff
 
On YouTube at:
  
 
Also archived at:
 
Rick Rozoff, internationally recognized critic of NATO http://rickrozoff.wordpress.com>, spoke on April 12, 2014 at a Chicago teach-in titled “Stop U.S./NATO’s New Cold War Over Ukraine.”
 
He described the geo-political background to the current crisis resulting from the recent right-wing coup of the Kiev government in Ukraine and U.S./NATO sable-rattling. The key to understanding the present situation is to look at the historically aggressive objectives of NATO.
 
“The Ukrainian crisis is simply the pretext for the U.S. and its NATO allies of moving more military equipment up to the Russian border…to besiege [it]. And there’s only one reason you besiege a country — either to starve it out or…

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(Cacilhas) Este sábado no CCL, às 16H: parar a fractura hidráulica na margem sul do Tejo

Portal Anarquista

fractura

A fractura hidráulica, ou fracking, é uma técnica utilizada para extrair gás das formações de xisto no subsolo. Consiste na injecção a alta pressão de uma mistura de água, areia e produtos químicos num poço previamente perfurado, com o objectivo de libertar o gás preso na rocha.

As suas consequências negativas para o ambiente e para saúde humana são já bem conhecidas, nomeadamente nos EUA onde esta técnica é utilizada em larga escala há vários anos. Uma das consequências mais desastrosas é a contaminação irreversível das reservas de água subterrâneas com gás e produtos químicos nocivos.

Em 2013, a exploração de gás de xisto na Península de Setúbal foi concessionada à empresa canadiana Oracle Energy. No Barreiro, a prospecção deste “gás não convencional”, mantida em quase segredo, pode já ter começado, com consequências imprevisíveis e devastadoras para a natureza e para a saúde das populações.

SÁBADO, 22 DE FEVEREIRO

16h – Terra de Gás (Gasland) de Josh Fox (2010…

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Praxes, ocultismo, civilização!

Muito se fala agora sobre as praxes. Este documento estava na “gaveta” há um tempo, porque pouca gente tomava atenção à luta anti praxe, grupos ocultos, maçonarias. Agora com a tragédia do Meco… resolvemos publicar a ver…

Conspiração…? Olha que não!!!!

abaixo estão excertos de um blog, do qual o autor já sofreu ameaças….

Praxes… Uma preparação para a vida? Qual vida?

http://ourwisdomisfullofenigmas.wordpress.com/2013/04/29/the-manuale-scholarium-parte-1-praxes-academicas/

The Manuale Scholarium – Parte 1 – Praxes Académicas

Alerta (02-05-2013):  Uma vez que a Priberam, há cerca de 4 dias para cá, depois de eu ter publicado este artigo, fez questão de alterar a definição da palavra praxe, do Dicionário Online de Língua Portuguesa da Priberam, retirando-lhe curiosamente as seguintes definições, e passo a transcrever o que anteriormente estava inserido na definição da palavra “Praxe”:

s.f. Uso, hábito, costume. Etiqueta; pragmática. Prática, realização, convenção, costume, formalidade, hábito, prático, ritual, rotina, rito, uso.

Para que não restem dúvidas quanto à definição da palavra Praxe, que inclui obviamente a palavra ritual e rito, deixo-vos com a definição da palavra “Praxe” noutro dicionário online de Língua Poruguesa, o Lexico:

http://www.lexico.pt/praxe/

4. Designação do aglomerado de regras sociais de comportamento; formalidade ou ritual.”

“praxe académica = referente ao conjunto de tradições e rituais executados pelos estudantes mais velhos no ensino superior, que têm como intenção integrar os novatos no meio académico”


Alerta (30-04-2013):
Este artigo está a ser alvo de ameaças em que nos estão a exigir a retirada dos logótipos das associações académicas. Pois bem, se esses negrumes andam a estudar e em vez de estudarem andam nas bebedeiras, eu não tenho culpa! Vão estudar direito o Direito e depois venham cá ameaçar-nos! A Legislação foi inserida no fim deste artigo!

Este tema vai ser dividido em 3 partes. Praxes Académicas, Tunas Académicas e Semanas Académicas.

Neste texto vou-vos mostrar o que está por detrás destes ritos a que dão o nome de Praxes Académicas. irei explicar-vos o que simbolizam as latadas ou festa das latas, porque queimam as fitas escritas e assinadas pelos amigos e familiares mais próximos e íntimos, o porquê do preto ser a cor predominante das tunas, ou melhor, o conjunto de todas as cores pigmento (sucção de Luz, Vampirização), entre vários outros assuntos relacionados com a vida académica e suas tradições.  Comecemos pela definição de Praxe e Rito:

Significado de Praxe:

“(grego prâksis, -eos, acção, transacção, negócio)”

s.f. Uso, hábito, costume. Etiqueta; pragmática. Prática, realização, convenção, costume, formalidade, hábito, prático, ritual, rotina, rito, uso.

“praxe académica: conjunto de regras e costumes que governam as relações académicas numa universidade, baseado numa relação hierárquica.

Significado de Rito:

“(latim ritus, -us) Cada um dos sistemas de organização maçónica.”

Vivemos num Mundo maravilhoso mas socialmente mentiroso! Quem controla a sociedade? Somos nós? Todos nós? Sim, somos. Mas apenas se formos capazes de nos mentalizarmos disso, que somos nós que temos o poder de controlar as nossas mentes, as nossas vidas, e a sociedade é aquilo que nós queremos que ela seja. Sentimos, pensamos, desejamos, concretizamos! E isso só acontecerá quando formos capazes  de não nos deixarmos levar e enganar pelas mentiras dessa sociedade, criadas por quem controla o fluxo monetário e cognitivo no topo da pirâmide dessa mesma sociedade, de forma hierárquica, pirâmidal, mantendo a maior parte da população na ignorância do seu próprio conhecimento e Poder, e por isso escrava e submissa às regras injustas e às batotas de todo este jogo Monopólio, em que quem é corrupto não vai parar à prisão!

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As 3 pirâmides de Gizé, Constelação Orion, Alhpa Draconis, Energia Faraónica Egocêntrica Negativa!

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AAUTAD – Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

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Logotipo do Conselho de Praxes da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa

Para mais informações sobre este importante assunto da Necrópole de Gizé representada pelas 3 pirâmides, aconselho as seguintes fontes de informação:

1. http://www.crystalinks.com/draco.html

2. http://www.bibliotecapleyades.net/piramides/esp_piramide_8.htm#The%20correlation%20between%20the%20Giza%20Pyramids%20and%20Orions%20belt

3. http://www.starseeds.net/forum/topics/orion-servicetoself-starseeds

4. http://youtu.be/fuDjDsncc80

Nós somos enganados de 1001 formas sem nos apercebermos, e achamos isso natural, é assim a vida, será? É o que nos dizem desde pequeninos, tem que ser assim. A vida tem mesmo que ser um conjunto de ritos, rituais que todos os dias, meses, anos, vidas, somos obrigados a fazer, só para manter a máquina diabólica a funcionar, matando-nos dia após dia como uma lagosta que morre na cozedura da água sem se aperceber que está a ser morta?

Não! Não tem que ser ! E a única razão pela qual vivemos num mundo assim, é porque quem o controla não é exposto, as suas práticas ocultas não são denunciadas a público e os seus rituais não são desmascarados perante todo o mundo! Dizem que da discussão nasce Luz, e é precisamente essa Luz, a Luz da Verdade que ilumina os Seres-Humanos que a elite cabal quer impedir! Esta é a época do Apokalypse, e Apokalypse não é o fim do mundo mas sim o fim das trevas, o fim da mentira!

“Apokalypse apocalypse (n.) late 14c., “revelation, disclosure,” from Church Latin apocalypsis “revelation,” from Greek apokalyptein “uncover, disclose, reveal,” from apo- “from” (see apo-) + kalyptein “to cover, conceal” (see Calypso). The Christian end-of-the-world story is part of the revelation in John of Patmos’ book “Apokalypsis” (a title rendered into English as “Apocalypse” c.1230 and “Revelations” by Wyclif c.1380).”

Voltando a esses ritos maçónicos a que dão o nome de Praxes Académicas. Como podem ler nas definições acima, uma praxe não é mais nem menos do que um ritual maçónico de iniciação. Eles iniciam os caloiros, a quem também dão o nome de Bestas, e em Países de língua Inglesa dão o nome de “freshman”, mas que em Portugal denominam por caloiros e bestas. Porquê?

Temos que investigar aquilo que agora tanto querem destruir, deturpar ou censurar, a História, juntar as peças e pensar pela nossa própria cabeça e não pelo que os outros nos dizem para acreditar ou como ou o quê que devemos pensar!

Vocês têm que compreender como é que estes agentes das trevas, man-in-black’s, funcionam, eles para esconder algo fazem-no à frente de toda a gente, pois reconhecem que essa é a melhor maneira de se esconder algo! As pessoas olham e nem reparam, acham normal, habituam-se, mas não conhecem o significado, mas também não se questionam, e se se questionarem, não perdem tempo a investigar!

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Thesouro da Lingua Portugueza, ano 1871

yyDiccionario da Lingua Portugueza, ano 1831

A palavra caloiro é composta por duas palavras, Cal e Loiro, de referência aos brancos de cabelo loiro, ou brancos que ficam com os louros (daí a expressão ficar com os louros), a coroa de louros, da realeza, que vivem em regiões nórdicas como os Povos da Escandinávia, ou no caso de Portugal, regiões de Minho, Trás os Montes, Douro Litoral e Beira Alta . A Cal, na palavra caloiro é alusiva à pele branca da população nórdica. Como todos sabem, a Cal é branca, é um composto sólido branco, e é uma das substâncias mais importantes para a indústria. É também conhecida por Cal Virgem, ou Cal Viva, pelas suas propriedades anti-bacterianas e desinfectantes. A Cal é o melhor constituinte das argamassas, é usada no tratamento da água na correcção do pH, na estabilização de solos, e em muitas outras aplicações.

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Diccionario da Lingua Portugueza, ano 1831

Como podem constatar pelas definições acima transcritas dos Dicionários “Diccionario da Lingua Portugueza, ano 1831″ e “Thesouro da Lingua Portugueza, ano 1871″, Caloiro tem uma forte conotação religiosa, e isso não é por acaso, porque nada é por acaso! A palavra loiro, ou louro, e é daqui que vem a célebre expressão: “ficar com os louros”, tem como significados: que é da cor do ouro, Coroa triunfal, Glória ou triunfo.

Desde sempre existiu uma conotação de pureza, virtude, de Glória, de beleza, aos povos nórdicos de pele branca e cabelos loiros, e por isso é que os portugueses deram o nome de caloiro aos novatos estudantes, porque segundo esses “Mestres”, “Veteranos” e “Dux’s” das praxes e associações académicas, que demoram décadas para acabar cursos de 5 anos, os novatos que entram para a vida universitária portuguesa ainda não estão talhados, “cortados”, polidos, pois encontram-se na sua forma pura, virgem, ou como esses satanistas, quero dizer, praxistas, gostam de descrever: “desprover o indivíduo do seu egoísmo e individualismo“, boas palavras com uma má intenção por detrás que signficam: Acabar com os princípios, valores e identidade dos caloiros e iniciá-los ao corporativismo hierárquico maçónico dos vícios báquicos universitários, isto é, sexo-drogas-e-rock’n-roll! 

É um ritual inicial fortemente hierarquizado, ou seja, os mais velhos dos seus cursos, entenda-se, aqueles com mais matrículas que andam na Universidade não para estudar mas para praxar e para as semanas académicas,  é que mandam. São estes deficientes mentais, drogados e bêbados, sem nada na cabeça, que levam os caloiros ao conhecido “Rally das Tascas“, ou seja, é beber bebidas alcoólicas em todos os bares numa só noite até cair para o lado, em coma alcoólico!!!

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Pintura Sacra – Os Anjos de Deus sempre foram representados como brancos de cabelo loiro, uma forma de personificar a Luz branca ou dourada, o Halo ao redor dos Seres-Humanos iluminados, santificados, símbolo da pureza e virgindade, e as entidades que agora tanto se falam e conhecidas como Pleiadians da Constelação Taurus.

As origens deste polimento aos caloiros, a que dão o nome de praxe e vida académica do ócio, da bebedeira, do sexo drogas e rock’n’roll de pseudos-intelectuais com a mania que são “mestres”, provêm da Roma e Grécia Antiga, do Império Greco-Romano, pelas práticas de rituais pagãos, as festas dionisíacas e báquicas de culto aos deuses Baco e Dioníso, deuses do vinho, da ebriedade (embriaguês e intoxicação), dos excessos, especialmente alimentares e sexuais. Estes veteranos, como eles gostam de se apelidar, e associações académicas, estão cheias de baco, fantasmas, pagodes e paxás (indivíduo rico e ocioso, mandão insolente, mandrião).

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“A colher de pau, a moca e a tesoura, figuradas em leque semicircular, por influência das representações militares, aristocráticas e eclesiásticas, constituem a heráldica oficial do Conselho de Veteranos da Academia de Coimbra, do Conselho de Repúblicas, da República Baco (sobre a pipa de Baco), da República dos Kágados (junto a penico e cágado), da República dos Galifões (junto ao galo de Mercúrio), da República dos Fantasmas (junto a penico, torre da UC e fantasma), da extinta República Pagode Chinês (com pagode, mandarim, Palito Métrico e torre da UC), da extinta República dos Paxás (com torre da UC e paxá em tapete voador), da República do Prá-kys-Tão (sobre cenário com mastro, pendão, árvores e estudante em balouço), e República Palácio da Loucura (brasão com torre da UC, viola e guitarra, garrafa de Baco e elmo etílico).”

Parece que o parvalhão do blog onde retirei a citação acima transcrita, e se querem saber qual o blog procurem no google porque eu não vou fazer aqui publicidade gratuita a esses burgueses com a mania que são Templários, que são o Indiana Jones e nobres professores de literatura medieval, que gostam de ser chamados por veteranos-duxs-grão-mestres-doutores-escreve-aqui-mais-algum-título-para-alimentar-os-egos-desses-gajos-e-gajas.

Nesse blog, os textos que publicam, são o conjunto de pesquisas, de várias outras fontes de informação, nomeadamente sites na internet e livros consultados do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, e não é qualquer um que consegue entrar na Torre do Tombo e consultar essa Literatura, uma Literatura que já nem sequer está protegida por Direitos Autorais, uma vez que são livros seculares, cujos Autores já faleceram há mais de 70 anos!

Mas esses xicos espertos imaginem só, têm os textos protegidos por direitos de autor e até têm o logo (marca registada) da Sociedade Portuguesa de Autores copiada no blog. Eles querem que eu coloque aqui o nome do site deles, o link para o artigo e a data, ou seja, publicidade gratuita, e ainda me proibem de ceder a terceiros este artigo que agora escrevo, além de não me permitirem usar os conteúdos desse blog, que são o resultado de vários outros blogs, sites e livros, para fins comerciais, promo-publicitários e/ou de lucro.

Nunca me passou pela cabeça fazer dinheiro à custa das minhas palavras que aqui escrevo, porque conhecimento é o resultado de várias fontes de informação ao longo da história, logo não é de ninguém em particular, é a sequência de várias fontes de conhecimento obtidas ao longo do tempo, e precisamente por isso, para mim, deve ser SEMPRE gratuito e aberto a todos! Mas para esses deficientes mentais noctívagos e amigos do baco, que gostam de proibir os outros de fazer aquilo que a eles lhes é permitido fazer, para esses tudo é permissível, até vender o conhecimento de outros com palavras suas misturadas, por 22€, 30€ e 42€. Nem um livro que demora anos a escrever custa isso, quanto mais um blog transformado em livro e muito menos com conhecimento copiado de outras fontes!

e

Símbolo da Ordem Praxe e Academia por excelência:

(Símbolo Tradicional – colher de pau, Moca,
Tesoura e a Caveira)

r

Logo da Sociedade secreta maçónica americana da Yale University, a Skull and Bones, Chapter 322

A colher de Pau – Como lá em cima já leram, é um símbolo de Baco, dos excessos alimentares, materialistas, sexuais, do ócio e intoxicação, e é também um dos símbolos da feitiçaria, com que os feiticeiros e feiticeiras mexiam as suas poções, e um feiticeiro ou feiticeira não é ninguém com o chapéu em bico, com um caldeirão e um gato preto, e vestido a rigor, um feiticeiro ou feiticeira pode simplesmente ser o teu vizinho ou a tua vizinha!

As poções “mágicas” pode ser uma qualquer comida ou bebida com os tais “pózinhos” que são quase sempre determinadas ervas, químicos, objectos, ou animais cozinhados que quando ingeridos pelo Corpo Humano produzem uma reacção negativa no sangue porque são alimentos impuros para consumo humano, são venenos para o Corpo Humano, alterando-nos as frequências energéticas do nosso ADN, o código genético, danificando-o, e consequentemente baixa-nos o campo astral, ficando vulnerável a campos electromagnéticos negativos, provenientes de simples pensamentos de pessoas, ou de verbalizações, as chamadas rezas, os encantamentos, de Spell, Spelling, soletrar, falar lentamente sílaba a sílaba (com intenção), são palavras proferidas, verbalizadas e intencionadas na matriz energética presente na atmosfera, no éter, com uma determinada intenção, que pode ser positiva ou negativa.

A Moca – É um símbolo que como todos sabem, todos os feiticeiros a usam em uma das mãos, conhecido como o bastão do poder, bastão de Esculápio, Caduceus de Hermes e Mercúrio, com a qual invocavam e realizavam magias para protecção ou para atacar os seus inimigos. O bastão do poder é a nossa coluna vertebral, por onde a Energia Sexual flui, conhecida no Hinduísmo por Kundalini, uma serpente. Esta força, quando devidamente cultivada e controlada, é extremamente poderosa pois condece-nos uma Força Espiritual muito grande, com a qual podemos invocar pensamentos e verbalizar palavras, com uma intenção (energia na Matriz Planetária) suficientemente forte para que se materialize, se concretize!

Aquela conhecida imagem ou passagem de filmes em que vemos um feiticeiro ou mago a apontar a moca para algo e transformá-lo ou fazer aparecer ou desaparecer, é uma alegoria em que o mago ou feiticeiro somos todos nós, a moca é a nossa coluna vertebral, o poder é a nossa Força Vrill, Força Sexual dominada, e o feitiço invocado depende da nossa índole e intenção, se é boa ou má! Na realidade, todos nós somos feiticeiros a cada segundo que passa por aquilo que pensamos e desejamos! É por isso que os nossos pensamentos são tão importantes, devem ser puros e a nossa mente deve estar limpa de pensamentos negativos.

Tudo o que pensamos influencia TUDO E TODOS, neste Mundo e no além, “as above so below, assim na Terra como no Céu” , porque os nossos pensamentos percorrem a  Matriz Energética do Planeta que está conectada com todos os Seres-Humanos. É por isso que a única forma que a elite cabal tem de ganhar esta guerra, é atacar um único alvo: A nossa mente! Enchendo-a de negatividade para que os nossos pensamentos se tornem destrutivos! Televisão, jogos de computador violentos, revistas e jornais sensacionalistas com a desgraça dos outros, filmes violentos, vídeos no youtube extremamente violentos com os cenários de guerra no médio oriente que não são censurados enquanto outros vídeos que expôem a Verdade e promovem a União, a Paz e Amor são removidos, tudo serve para nos rebaixar a meros animais primitivos, sanguinários, vingativos, mantendo-nos presos aos mais baixos instintos carnais, de violência, agressividade, egoísmo, inveja, orgulho, vaidade, avareza, ira, gula e luxúria, os 7 pecados mortais.

A Tesoura – A tesoura obviamente que simboliza o corte, ferir, separar, interroper, causar dor, suprimir. A tesoura é usada para tosquiar os caloiros e com isso causar dor emocional e interromper, suprimir, a sua ligação com o Divino, com o Sagrado! Nas Culturas Ancestrais de vários povos, como os nativos, samurais, celtas, o cabelo comprido era e é considerado um código de honra e um elo de ligação com Deus e com outras Civilizações no Universo, funcionam como antenas, fios condutores de comunicação metafísica.

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Nativa Americana – O uso de cabelo comprido é uma tradição Religiosa para os Nativos.

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A última ceia. Jesus Cristo e 5 apóstolos de cabelo comprido

A Caveira – Símbolo da morte. Este símbolo, juntamente com a cor preta e com a posição em X da moca e da colher de pau, define as intenções por detrás de toda a essência da praxe, seja ela de que tempo ou geração for!

E se ainda restam dúvidas quanto às óbvias negras e más intenções por detrás destes rituais maçónicos de merda cujo único objectivo é retirar a pureza ou o que ainda resta dela aos novos estudantes, cortando-lhes (tesoura) o Elo com o Sagrado e Divino que há em cada um de nós, e iniciá-los em vidas precárias de ócio(colher de pau), álcool (penico), sexo(moca) e rock’n’roll (basta ver os cartazes das semanas universitárias), se ainda assim têm dúvidas, deixo-vos com o fruto das praxes em Portugal, em Espanha e em França, Países Maçónicos, Carbonários, Burgueses, desde a Revolução Francesa:

» Para que servem as Praxes:

8 de Outubro de 2001 – Morte do aluno Diogo Macedo – Processo Crime arquivado! – Universidade Lusíada “Diogo Macedo, da Universidade Lusíada de Famalicão, morreu no hospital depois de uma praxe, que ninguém explicou. A Universidade Lusíada terá alegadamente ameaçado de expulsão qualquer aluno que prestasse declarações à jornalista que investigava o assunto. O silêncio escondeu a história. O processo judicial, movido pela mãe, tinha já sido arquivado.

A vítima, então com 22 anos de idade, frequentava o 4.º ano do curso de Arquitectura do pólo de Famalicão da Universidade Lusíada, mas nunca passara de caloiro na tuna daquele estabelecimento de ensino superior. Por causa disso, seria alvo frequente de praxes perpetradas pelos colegas mais velhos. Diogo sentiu-se indisposto após ser praxado, numa noite de ensaios da tuna, em 8 de Outubro de 2001, e foi conduzido ao Hospital de Famalicão. Esteve em coma e morreu sete dias depois, já no Hospital de S. João, no Porto.

Sofreu agressões pelo menos na nuca e pescoço, que aconteceram quando este se encontrava na companhia dos colegas da tuna, no interior da universidade. A morte foi consequência adequada, directa e necessária dos actos violentos”, concluiu a família nos quesitos do processo cível intentado contra a universidade.

Um processo-crime relacionado com a morte de Diogo foi entretanto arquivado pelo Ministério Público de Famalicão, que alegou incapacidade em determinar quem foram os responsáveis materiais pelas agressões que acabaram por provocar a morte do estudante.

A mãe da vítima, Fátima Macedo — que já interpusera a acção cível que resultou na condenação da universidade —, tem tentado a reabertura do processo, o que lhe tem vindo a ser negado por não terem entretanto surgido factos novos que ajudem à investigação.” – Fonte

Estados Unidos da América – 20 de Outubro de 2012 – “Hospitalizado após introduzir vinho pelo ânus, um universitário do Tennessee, nos EUA, relançou a discussão sobre os excessos das repúblicas e o perigo da moda do butt chugging. Inanimado e com indícios de sodomização. Como em tantas outras festas universitárias encerradas por um coro de sirenes – de carros patrulha e de ambulâncias –, também no campus do Tennessee todos os sinais de excessos apontavam para os suspeitos do costume: sexo e drogas.” – Fonte

Beja – 26 de Setembro de 2012” A jovem que frequenta o curso de Gestão de Empresas estava a ser ‘praxada’, com os restantes colegas, pelos veteranos do ESTIG, quando desmaiou. Segundo o que os responsáveis confirmaram ao Público, “a caloira não executou qualquer tipo de esforço físico ou foi sujeita à prática de qualquer praxe psicológica”, acrescentando ainda que, a mesma se começou a sentir mal, quando cantava com os seus parceiros. Segundo uma fonte do Hospital José Joaquim Fernandes de Beja, a aluna já teria problemas cardíacos. Esta encontra-se, ainda, internada na unidade de cuidados intensivos do Hospital de Beja, com um prognóstico muito reservado.” — Fonte aqui e aqui e aqui

Ana Sofia Damião em 2002/2003 – Instituto Piaget“Ana Sofia Damião foi, no ano lectivo de 2002/2003, sujeita às violências da praxe: insultada, obrigada a despir-se e a vestir-se novamente, forçada a simular orgasmos e relações sexuais com colegas, a relatar pormenores da sua vida sexual e intimada a insultar os seus pais” – Fonte

Esta prática de obrigar os iniciados a revelar pormenores da sua vida sexual e a ter comportamentos obscenos diante dos membros veteranos responsáveis pela praxe, é inspirada num ritual dos Skull and Bones em que os membros são obrigados a revelar a sua história sexual, a insultarem-se a si mesmos, aos seus Pais e aos outros participantes. Eles consideram a isto a morte, daí a caveira, a morte do mundo da moralidade, do justo, do decente, do honesto, natural, puro (mas que eles consideram obsceno) e o renascimento para o mundo dos eleitos dessa Ordem, do ócio, das drogas,  da sexualidade, da obscenidade e imoralidade, é o processo inverso da rectidão e da ordem, ou seja, satanismo. – Fonte

There are innumerable human skulls and bones in the ‘tomb,’ which of course is illegal under Connecticut law. Bones members are reported to be forced to reveal their innermost secrets and their “sexual biography” to one another. It has been suggested that this may be used for blackmailing.” – Fonte

Março de 2012 – Coimbra “Ao que o PÚBLICO conseguiu apurar, um aluno do 3.º ano de Ciências da Educação terá agredido com cabeçadas e bofetadas duas alunas de Psicologia durante uma praxe realizada às quatro da manhã em frente à faculdade. Há, no entanto, duas versões do episódio: uma diz que as agredidas são caloiras que se recusaram a ser praxadas e a assinar o documento de rejeição da praxe; outra que são duas alunas não caloiras que chamaram a atenção da violência da praxe que estava a ser feita à chuva e acabaram agredidas pelos comentários feitos.

O caso terá acontecido no início do ano lectivo, em Outubro ou Novembro de 2011. O PÚBLICO soube que as duas agredidas tiveram de receber tratamento hospitalar, sendo examinadas por médicos do Instituto de Medicina Legal. O caso deverá seguir para o Ministério Público. A direcção da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação já conhece o caso.” — Fonte aqui

2008 – Escola Superior Agrária de Santarém “O Tribunal entendeu que a ordem dada a quatro caloiros, na Quinta do Bonito, para “barrarem” Ana com excremento de porco, e depois, pelo sétimo arguido, já na escola, para dois caloiros a forçarem a fazer o pino sobre um penico cheio com bosta de vaca, foi um “castigo” por ter atendido uma chamada da mãe no telemóvel.Para o juiz, os arguidos agiram de forma deliberada e consciente, sabendo que estas práticas são proibidas por lei, sublinhando que era “exigível uma postura ética” a quem já frequentava os últimos anos de um curso superior.” Manuela Santos disse esperar que a pena hoje proferida pelo Tribunal de Santarém sirva para evitar futuras situações de abusos sobre caloiros, aos quais pediu “coragem para denunciarem situações que acontecem demasiadas vezes nas escolas”. – Fonte

28 de Novembro de 2007 – Estudante fica paraplégico – Escola Superior Agrária de Coimbra“O estudante da Escola Superior Agrária de Coimbra ferido durante uma praxe, a 28 de Novembro, ficou paraplégico e apresenta algumas alterações a nível dos membros superiores, revelou hoje a directora clínica do Centro Hospitalar de Coimbra (CHC). Luís Vaz, aluno do terceiro ano da licenciatura de Engenharia do Ambiente, na ESAC, sofreu o traumatismo vertebromedular no dia 28 de Novembro, depois de se ter lançado de cabeça, através de um escorrega, para um pequeno lago em forma de banheira, que continha palha e água.”- Fonte

28 de Novembro de 2007 – No mesmo dia do acidente de Coimbra – Escola Superior Agrária de Elvas“Estudante fica paraplégicoNo mesmo dia, em Elvas, também no contexto das actividades de recepção ao caloiro, João Pedro Farinha, estudante do 1º ano na Escola Superior Agrária de Elvas, após o “tradicional” rally tascas, terá sofrido uma queda de uma altura de 20 metros, perante o olhar atónito dos seus colegas.” – Fonte1 e Fonte2 Etc… Etc…Etc…

» Site Francês de casos de violência nas Praxes praticadas nas Universidades Francesas: Comité Nacional Contre le Bizutage

» Site Espanhol de casos de violência nas praxes praticadas nas Universidades Espanholas: Novatadas NO

E se ainda estão com dúvidas quanto às intenções e origens das praxes académicas, tomem lá mais isto e acordem de uma vez por todas da vossa hipnose colectiva !!!

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A Verdadeira Origem das Insígnias da Praxe Académica, a Caveira e os restantes objectos em cruz. Estudantes Universitários membros da Sociedade Secreta Americana Skull and Bones da qual George W. Bush, o conhecido Psicopata Terrorista, faz parte!

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Skull and Bones, Chapter 322 – a Caveira e os restantes objectos em cruz

Skull and Bones, traduzido, a Caveira e os Ossos, conhecida por “Chapter 322” é o símbolo de uma das mais polémicas sociedade secretas Americanas, devido aos seus ritos macabros e os seus membros serem politicamente conhecidos, que fazem parte desse grupinho de psicopatas.

São estes deficientes mentais que estão por detrás da Agenda Comuno-Maoísta-Globalista de um Único Governo Mundial, dos illuminati, do satanismo e das repúblicas maçónico-satânicas como a de Portugal, representada com uma gaja nua, com as folhas de louro de Júlio César na cabeça e com as mamas à mostra, paganismo, satanismo, tal como nas Universidades, as praxes e semanas académicas incitam os caloiros a adoptar essas práticas de vida em que muitas vezes os caloiros acabam em coma alcoólica e mais preocupados com as noites de bebedeira e ócio do que com o estudo!

O nome Geronimo em cima da caveira, existem fortes suspeitas que se trata da caveira de um antigo guerreiro Nativo Americano da Comunidade Apache, de seu nome Geronimo, que lutou pela defesa das terras e comunidades nativas americanas Apache, contra soldados americanos e mexicanos durante vários anos.

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Geronimo – June 16, 1829 – February 17, 1909

Em 2009, os descendentes de Geronimo processaram a sociedade skull and bones e os seus membros da Yale University, alegando que a caveira e os restantes pertences de Geronimo foram roubados pelo avô de George W. Bush’s, Prescott Bush, e outros membros da skull and bones, após a exumação do próprio corpo de Geronimo num conhecido cemitério de Nativos Americanos nos Estados Unidos, “Apache Indian Prisoner of War Cemetery”, “Cemitério de Prisioneiros de Guerra dos Índios Apache”, em 1918. Informações sobre este assunto aqui.

A coroa com folhas de louro e o barrete frígio, VERMELHO (China-Comunismo), usado na Efígie da República Portuguesa, criado pelos republicanos e que simboliza a liberdade, a liberdade deles fazerem o que quiserem quando lhes apetece com quem lhes apetecer, sem prestar contas a ninguém e muito menos obedecer a valores e princípios morais e de senso-comum, violando constantemente os Direitos Humanos! Tal como se faz na China, e tal como se fazia na Roma e Grécia Antiga, durante o tempo do paganismo Báquico e Dioníso, um tempo de abundâncias e exageros alimentares e sexuais, de orgias e banquetes, a época que serve de inspiração aos burgueses republicanos, que obedecem não às Leis de Deus mas sim às do seu imperador do império romano, Júlio César.

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A Coroa de Louros de Júlio César, foi daqui que veio a tradição da Coroa nos Jogos Olímpicos e a expressão “ficar com os louros”. Segundo historiadores, na realidade ele usava-a por vaidade porque estava a ficar careca e tinha vergonha!

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Júlio César a usar o manto vermelho e a Coroa de Louros

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Efígie da República Portuguesa. O Manto vermelho e a coroa de louros de Júlio César e o Barrete frígio, VERMELHO (China-Comunismo). O corpo de uma Mulher com os seios à mostra e com uma fita verde a segurar o manto vermelho na parte da vagina. A fita verde representa a serpente e o vermelho o apego carnal (1º chakra). A combinação do vermelho, verde e preto, são as cores da maçonaria-carbonária, castanho, o modelo subtrativo das cores e não aditivo, porque eles sugam a Luz, não a partilham, sistema pirâmidal, não geocêntrico!

No século 18, como podem muito bem ler no “The Manuale Scholarium” especialmente a partir da página 24, neste manual, consegue-se ler as barbaridades que estes “intelectuais” faziam com os povos rurais, que hoje chamam de caloiros, eles consideravam-nos criaturas monstruosas, bestas, que nem sequer olhar e tocar neles conseguiam, pensavam que ficavam infectados com alguma doença, porque esses caloiros vinham de zonas rurais, do meio da natureza e apresentavam cabelos longos, unhas grandes, cheiravam naturalmente a Seres-Humanos com as suas próprias feromonas corporais e não a perfumes industriais.

Por isso é que é costume nas praxes, brincarem com as unhas e com as mãos dos caloiros, e cortarem-lhes o cabelo. Porque isso fazia-se antigamente, os “mestres” intelectuais todos limpinhos e a disfarçar o seu cheio de merda com químicos a que dão o nome de perfume, e com os seus fatos pretos, cartolas pretas de mágico e gravatas pretas, esses são os homens de negro (men-in-black) que nos iniciam a esquecer quem nós somos de verdade, as nossas origens, o nosso lado natural e selvagem, para adoptarmos uma máscara imposta por eles, de obediência e não de pensamento próprio, de imitação e não de genuinidade, de prostituição de corpo e de alma, e não de pureza e de fidelidade aos nossos princípios e valores! Por isso termos como tradição os trajes pretos! A cor pigmento preto, é a absorção de todas as outras cores, de todos os espectros de cor, é o consumir das outras cores, é o inverso da Cor Luz, do Branco!

O corte do cabelo é considerado em muitas culturas ancestrais, como um corte da sua ligação com o Divino, é uma ofensa e uma agressão tremenda! Os Povos Nativos, os Samurais, os Vikings, os Celtas, todos eles consideravam os cabelos como fios condutores, antenas, capazes de canalizar outras dimensões e comunicar telepaticamente com outras pessoas e civilizações fora do nosso sistema solar!

Os portugueses são uma população de base mediterrânica e, portanto, a ocorrência de cabelos loiros é menos expressiva, tendo a maioria da população cabelo castanho escuro a castanho claro. No entanto, há uma ocorrência relativamente expressiva de cabelos louros entre os nativos do norte de Portugal. Com efeito, nas regiões de Minho, Trás os Montes, Douro Litoral e Beira Alta, devido a uma maior influência celta e germânica, há a ocorrência de cabelos claros maior que no resto do País.

As praxes não existem em todos os Países, e é uma prática Universitária típicamente Portuguesa, apesar de existir também em Países como a França (País Maçónico) pelo nome de bizutage, e claro está nos Estados Unidos (País Maçónico) pelo nome de initiaton (iniciação maçónica).

Em Países nórdicos como na Alemanha, existem algumas práticas Universitárias mas que não são praxes, e muito menos meios de humilhação mas sim de boas-vindas e de acolhimento, pois só assim alguém se consegue integrar no meio académico, são precisamente o contrário das praxes medievais de humilhação para com os novos estudantes que provêm de meios rurais, que se praticam em Países Maçónicos como é o caso de Portugal. Algumas destas práticas Univesitárias Alemãs consistem numa série de viagens que os estudantes fazem aos meios rurais uns dos outros, para conhecerem as suas regiões e culturas e assim trocarem conhecimento cultural entre uns e outros. Completamente o contrário do que se pratica em Portugal. Em Portugal, não só estão-se pouco a cagar para a tua região, como ainda  és gozado e humilhado a torto e a direito e és obrigado a esquecer as tuas origens e passar a ter uma vida de ócio, bebedeira, drogas e rock’n’roll!

Porque a ideia principal é essa: Humilhar quem vem de zonas rurais, em contacto e sintonia com a Natureza, com a inteligência dentro de si, e inteligência não significa intelectualidade. Inteligência vem da composição de duas palavras: Intelli, ser capaz de ler e compreender, e Gence, de Gen, Origem, a Natureza e o Cosmos. Na idade medieval os intelectuais gozavam e sentiam nojo de quem vinha dos campos, das zonas rurais, consideravam-nos monstros, bestas, é daqui que vem a palavra besta que dão aos caloiros, como está muito bem descrito no “THE MANUALE SCHOLARIUM”.

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The Manuale Scholarium – Século 19, ano 1868

Estes “intelectuais” nessa época medieval são aquilo que hoje temos como associações académicas, tão académicos e intelectuais que eles são que muitos demoram décadas a acabar um Curso de 5 anos, mas tornam-se “mestres” na arte de praxar. É um pouco como a classe burguesa empresarial portuguesa, têm a 4 classe, mas são “mestres” em dar ordens e humilhar a População Portuguesa que trabalha para eles!

No fundo, as praxes são o reflexo da sociedade Portuguesa, ou melhor ainda, são rituais de iniciação para nos tornarmos iguais ou cúmplices dessa sociedade de merda, de “mestres” de obras feitas que nem uma pedra conseguem levantar e que não fazem a mínima o que é Geometria Sagrada e Proporção Áurea aplicada nas construções, chegam mesmo a destruir Património Histórico Nacional, porque só lhes interessa uma coisa: $&€, nada mais interessa a esses “mestres” de colhões na boca! O Bem-Estar Populacional está sempre em último lugar para esses “mestres” e para os seus aprendizes, que depois de ler isto, serão também cúmplices, porque já sabem como todo o esquema funciona!

O esquema é simples, é só olhar para a pirâmide. No topo, criam-se “mestres” intelectuais que demoram décadas a acabar cursos de 5 anos e que não sabem o que significa “dura lex, sed latex”, e na base, os escravos, obrigando-os a obedecer a um “mestre”, tal como as regras da sociedade actual, dando-lhes uma falsa liberdade, a liberdade (aos caloiros / escravos), de escolher o seu “mestre”, um repetente académico com a cabeça oca e de copo na mão direita e penico na mão esquerda.

É uma forma de preparem os estudantes para o que vão ter no mercado de trabalho, humilhação, escravidão, prostituição para com os seus “mestres” se querem subir e ser alguma coisa na vida, porque nesta sociedade de merda o que interessa não é o quanto sabes e o quanto talento tens, é o quanto dinheiro tens e queres ter!. Engraçada essa frase a que nos habituaram não é? “Para seres alguma coisa na vida tens de te vender e obedecer! Alguma coisa? Nós somos uma coisa ou somos Seres-Humanos? Essa frase não podia estar mais certa e nós nunca pensamos nesses pequenos pormenores. Claro que para sermos uma coisa temos de nos sujeitar, obedecer sem questionar, vender a nossa Alma, pois tu só te tornas numa coisa se não tiveres Alma, porque se tens Alma és um Ser-Humano, se não a tens és uma coisa!

Desde que nascemos somos Seres-Humanos capazes de pensar, de aprender, de ensinar, de sentir, de conviver, de sorrir, de chorar, de amar, de procriar, e NINGUÉM nem nenhum “mestre das cuecas rotas e copo na mão” precisa de nos ensinar isso, porque isso é algo intrínseco, que já nasce com cada um de nós! Podemo-nos esquecer disso (homens de negro), mas nada nem ninguém nos retira isso! Agora… Ser uma coisa? Isso é diferente. Porque para nos tornarmos numa coisa e esquecermo-nos Quem Somos, aí sim, temos de nos deixar humilhar, obedecer sem questionar, vender a nossa capacidade de pensar e sentir, a Alma! No fundo é isso que eles querem: impedir-nos da maior Dádiva que nos foi dada antes de descermos a este Planeta: O Sentimento e o Livre Arbítrio!

As Associações Académicas comportam-se como a máfia, aliás, eles são uma máfia, até baptizam os caloiros de afilhados, pelos padrinhos e madrinhas, tal como na máfia. E se recusas, estás feito, fazem-te a vida negra, obrigam-te a assinar a declaração anti-praxe e sempre que podem, impedem-te de qualquer relacionamento e convívio com outros estudantes!

No fundo, como li num blog, as praxes são assim uma espécie de grupo de gajos e gajas frustradas que como não têm coragem de ser amáveis, prestáveis, humildes e simples, e por isso não conseguem namorar nem conviver naturalmente, decidem projectar nos outros, nos simples, que conseguem namorar e conviver naturalmente, toda essa frustração e sentimento de inferioridade, em vez de se mudarem a si próprios! Preferem elevar-se e cair do topo, do que caírem logo em si mesmos e sentirem-se como naturalmente são, simples.

Ao contrário do que esses “mestres” sabichões que demoram décadas a acabar um curso de 5 anos mas que gostam de ser chamados de “Dux”, “Grãos Mestres”, e que escrevem em blogs a dizer que sabem tudo de praxes e que a praxis é de origem do século XX e que os outros são uma merda que não sabem nada, a praxe tem origens na época medieval, uma época de obscurantismo, de trevas, de paganismos e feitiçarias, de chacotas em praça pública pela burguesia para com os pobres e miseráveis, de bestas intelectuais no topo da pirâmide e de servos inteligentes na base a sustentar todo o sistema. Uma época medieval que a elite cabal nos quer novamente inserir, impedindo-nos de entrar numa Nova Era Espiritual, com um novo alinhamento galáctico, em que deixamos de ser influenciados pelas energias negativas de Orion!

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Trás- os- Montes e os Libertários. Encontro em Izeda… anos 90

 

 

Encontrei  este jornal em casa de um amigo. Resolvi passar para digital:

A Infos portugal; Recortes Malditos & Comunicações, nº10-9º ano – Novembro de 1997

Os Libertários em Trás- os- Montes

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Que contêm pequenas histórias de acampamentos do passado e como sem nada ter veio por Terra a arribar às cercarias de Bragança. Que  relata e regista impressões de mais um acampamento e encontro anárquico para gáudio dos partidários da ANARQUIA, tormento dos poderosos e raiva dos invejosos.

Memórias de outros acampamentos anárquicos    memorias

1º – O acampamento libertário de 1981 foi um acampamento nómada. O local de encontro foi o festival de Vilar de Mouros onde escolhido o local do nosso acampamento erguemos a bandeira negra da anarquia. Depois, distribuímos panfletos e montámos banca de vendas de livros e brochuras para todos os campistas do festival. Organizámos um “Fumicío!”. O Primeiro deste País! Todos os utentes foram convidados a exibirem publicamente o seu direito a usufruírem do seu corpo e particularmente, a consumirem livremente cânhamo. “ Meus vamos todos dar umas passas! – às 15 horas junto do Moinho Velho”,  este título do comunicado -convocatória que somente o antigo jornal “O Sete” publicou extractos a presença anárquica em Vilar de Mouros.

Partimos no último dia do festival de música sem nos esquecermos de deixar claro o que pensámos das tarifas monetárias estabelecidas. E, uma vez que impossibilitavam a entrada a muitos “tesos” no recinto onde as bandas de música actuavam, resolvemos alguns de nós, levar à prática alguns métodos para entramos todos “ à borla”. Objectivo que conseguimos. Partimos em Direcção a Miranda do Douro em caravana automóvel (e também moto). Pelo caminho foi distribuída propaganda e foram feitas “pichagens”. Acampámos em Miranda do Douro no jardim da cidade e juntámos festa anti-nuclear organizada pelo grupo ecológico do Porto “Terra Viva”. Com colóquio, festa, actuação dos pauliteiros de Miranda, grupos populares do Porto e uma animação pouco habitual na cidade. Presentes, pessoas do Porto, Leiria, Coimbra, Miranda, Salamanca, Zamora e Lisboa. A 13 e 14 tinha havido uma marcha anti nuclear em Salamanca.

No fim da festa contra a central nuclear de Sayago, o acampamento libertário nómada partiu para Izeda. Acampámos durante alguns dias e neste local se dissolveu. Este foi o primeiro acampamento libertário depois da abrilada. Não houve convites públicos, foi uma iniciativa dos anarquistas do Ateneu Libertário de Leiria, de Coimbra e do grupo anarquista “Germinal” de Vila do Conde.

2. O segundo acampamento libertário foi em S. Jacinto- Aveiro 1984 da iniciativa daqueles que tinham realizado o anterior, foi o primeiro a ser “organizado com alguma antecipação; sofreu, no entanto, com a falta de experiência em iniciativas do género e por outro lado com a inexistência duma ideia em relação ao número de presenças… Por tudo isto só foi assegurado o mínimo de relações às condições do local em que se realizaria a iniciativa; também, quando a manifestações paralelas tudo ficou pelo ar, já que a falta de previsão das presenças de projectos concretos. Com todas estas faltas, acabaram no entanto por passar pelo Campo 50 companheiros entre portugueses, espanhóis, franceses e alemães; numero um quanto escasso tendo em conta que grande numero dos companheiros portugueses se manteve laconicamente ausente, ao lado dos que afirmando o seu interesse na realização acabaram por não aparecer.

De tudo ficou, no entanto, um convívio agradável entre os companheiros presentes; algumas discussões interessantes e uns banhos de mar bastante acidentados. Valeu a pena? Parece que sim, poucas são as vezes que nos encontramos e convivemos, por isso todas estas realizações compensam sempre e são uma alternativa às muito divulgadas férias de funcionários públicos: a dois e no Algarve…”. ( “À Margem” boletim de informação anarquista, nr. 2 1984.

3º No ano seguinte, 1985, o Coletivo Parreirinha de Silves que tinha estado presente em S, Jacinto recebeu do Algarve o terceiro acampamento libertário. Houve debates, discussões, convívio. No entanto não correu nada bem. Por um lado por via das verdades absolutas que alguns participantes deram mostra e por outro lado, como o colectivo anfitrião não fumava nem bebia álcool quiseram estender esta medida a todos os participantes, O resultado foi desentendimentos e prática de fumo e de consumo de álcool clandestina. Assim, os debates e discussões foram pouco positivos já que predominava um pensamento autocrático ao bom estilo maoista. Houve, no entanto, um Work Shop sobre o corpo e a sexualidade muito interessante, organizado por companheiros e companheiras de Barcelona. Outro aspecto positivo foi o exemplo prático que todos puderam observar: a transformação feita pelo colectivo Parreirinha duma terra outrora árida numa terra povoada por bonitos legumes e árvores de fruto. Resultado do muito esforço e sabedoria daqueles que abandonando a cidade e a sociedade de consumo para ali tinham ido viver.

O acampamento libertário; encontro anárquico Izeda 97

1º Foi o resumido antecedente que me levou primeiramente, a propor a sua repetição aos companheiros que há 16 anos atrás estiveram na sua origem e de seguida, a propor na assembleia geral da associação “A Vida” a realização do “Acampamento libertário – Encontro Anárquico 97” ( A.L.E. A. 97). Porque tendo vivido os factos narrados gostava que eles tivessem continuidade. Este tipo de realização permite o encontro e o convívio entre os libertários e também são espaço de existência e divulgação do ideal anárquico. Motivo suficiente para que não só os membros de “A Vida” bem como outros grupos e individualidades libertários tenham aderido a esta proposta.

Na sua sequência foi convocada uma reunião para o Porto no dia 15/4/97 com a presença de pessoas do Porto, Lisboa, Leiria, Coimbra, Izeda e Almada. Foi elaborado um programa provisório e constituídos grupos que se responsabilizaram pela coordenação de diferentes actividades, a levar à prática no encontro. Música, exposições, exibição de vídeos, infra-estruturas e divulgação do evento.

Ficou também decidida uma reunião em Coimbra para aferir os progressos e atrasos dos diferentes grupos de actividades.

No dia 24/5 reunimos em Coimbra. Presentes pessoas de Leiria, Aveiro, Lisboa, Coimbra, Izeda, Porto, e de S.Paulo, Brasil. Esta reunião não foi pacífica não só porque alguns dos participantes que estavam ali pela primeira vez não estavam a par do que já se tinha decidido na reunião do Porto como os que nela tinham participado não souberam informá-los correctamente. Pese estes mal entendidos a reunião destinada a coordenar as actividades a desenvolver, até ali aprovou o programa do A.L: 97 e deu andamento inclusive aos trambolhões, ao mesmo.

Com o programa do A.L.97 e o cartaz imprimido realizou-se, a 26/7 no Porto, uma reunião com pessoas do norte do país que se fez o ponto de situação e que, entre outras coisas, permitiu juntar entre outras coisas, permitiu juntar entre todos os presentes o “vil metal” necessário para pagar as contas da impressão dos cartazes.

Entretanto em Izeda estava assegurado o local do Camping, a Casa do Povo para a realização de debates e a exibição de filmes e material de apoio ao festival de música.

Foi distribuída propaganda por todo o país, através de amigos e companheiros  e Internet.

Seguramente a preparação do A.L.-E:A. 27 não foi exemplar. È necessário talvez que as pessoas não tenham ideias estereotipadas da ação libertária, é necessário que as pessoas tenham ouvidos, umas para as outras, de modo a aproximarem-se do outro, é necessária que as pessoas tenham ouvidos, umas para as outras, de modo a aproximarem-se do outro, é necessário que as pessoas tenham ouvidos, umas para as outras, de modo a aproximarem-se  do outro, é necessário respeitarem-se mutuamente e será necessário dar para a concretização desta realização ( e uma vez que se dizem responsabilizar por esta ou aquela atividade, cumprir, é o mínimo que se exige). O princípio, a meu ver, da constituição de grupos ou de grupos já existentes acráticos que se responsabilizam pela realização das atividades e acontecer durante os dias do Camping é um método suficiente desde que seja assumida com vontade. O que significará colocar em prática a gestão direta e a cooperação entre todos os interessados.

G) Dia 27 não se efetuou o passeio pela região. Contrariamente aos outros acampamentos realizados, este tinha sido difundido pela imprensa oficial, rádios nacionais e regionais e pasme-se o diabo lá nos infernos, até as tv´s noticiaram o acontecimento. Tudo isto gerou alguma polémica, tendo-se determinado que os jornalistas só podiam tirar fotografias e filmar aqueles que nisso estivessem interessados. Foi escrita uma frase de Karl Kraus em letras grandes e que foi afixada à entrada do local do acampamento: “O serviço militar dos poetas é o seu ingresso no jornalismo”. Os membros da Associação Viva que se encontravam presentes tinham acordado em nomear o José Maria para falar, enquanto representante da Associação, com os jornalistas. Situação que foi alterada uma única vez, numa entrevista à TVI dada pelo autor destas linhas, aliás a única entrevista que prestei e que acabou por não ser divulgada, devido à morte de Diana que invadiu os noticiários. Entretanto nada, nem ninguém impediu que outros membros da Associação, bem como qualquer pessoa que ali estava realizando e vivendo o acontecimento falasse para os jornais, para a Rádio ou televisão, se fosse essa a sua vontade.  O que veio a acontecer.

Posto de lado o passeio de propaganda pela região, houve um debate agitado, nada de interessante, mas informativo sobre: A situação social e movimento libertário Internacional. E mais um vídeo em péssimas condições sonoras sobre torturas feitas em animais. Entretanto o convívio entre os participantes afirmava-se  e dava origem a muitas trocas de opiniões, contactos e experiências. Já há dias que existiam duas cozinhas colectivas: uma vegetariana e outra carnívora.

H) Dia 28 houve um debate sobre: Eleições. Participado mas   pouco interessante na exposição e na discussão de alternativas. À noite no acampamento houve um debate sobre sexualidade proposto pela Fani, rico e animado. A chuva intensa que caiu sobre o acampamento obrigou a arranjos e reparação de estragos.

I) Dia 29 estava programado para as 18 horas um debate: modus operandi de resistência e acção directa!, que começou tarde via de uma espontânea e para o fim tumultuosa reunião marcada anteriormente e que discutiu formas de coordenar. (O texto que esteva na base do debate: modus operandi: Assalto ao Mundo Dominante foi publicado na Utopia nº6. À noite houve uma das duas performances programadas: “Conferência sobre” do Pacheco do Porto. Devido ao atraso com que começou já não foi possível realizar outra das performances. A Bem da Nação o Candidato da Tesão. Fica para a próxima.

J) No dia 30 foi o dia da realização do festival da música com os X Tema, os Sarna e os Intervenzione. Foi som a valer. Veio pessoal punk de todas as comarcas. E a noite foi agradável. Só um senão. O festival de música devia ter sido realizado ao ar livre e um bom PA é imprescindível nestas ocasiões. Por outro lado, podia ser feita uma produção especifica deste festival, auto – gestionadamente, pois! Feita pelos próprios músicos. O festival de musica acabou às viva a anarquia. ( Os comunistas que se cuidem que a anarquia é punk e os anárquicos estão fora de todos os tachos, upa.)

K) E no dia 31 chegou ao fim do acampamento libertário/encontro anárquico de Azeda, essa terra de locais bonitos e de uma vida dura. Vida dura para aqueles que do seu trabalho têm que tirar rendimentos necessários para se viver com dignidade. E Izeda esquecida no meio do nordeste transmontano sofre as longas penas da interioridade e da exclusão, têm de usar muito para o conseguir.

Pessoal de Izeda: Izeda morena, o povo é quem mais ordena! Dentro de ti, ó Vila, o povo é quem mais ordena!

Vamos repetir a experiência em 1999?

O Povão anarquico que decida. Este acampamento valeu mas, temos que melhorar muitos dos seus aspectos para que os dissabores neste ocorrido sejam superados. E, Depois realizá-lo para afirmar o modo de ser anárquico, fora de qualquer ismo abrasador que coerciva a anarquia tão necessária para a humanidade.

2) A construção das “estruturas” necessárias à realização do acampamento foram iniciadas pelo A. com a abertura de uma fossa para os sanitários, a instalação de um carro tanque de água e uma tenda para albergar a cozinha colectiva. Dois amigos de Vila do Conde cortaram as silvas dos muros. Chegámos, quatro pessoas vindas de Lisboa, na noite de 8 de Agosto, e começamos o A., a construção dos WC, chuveiros e diversos arranjos. Não havia luz o que dava à noite todo o seu esplendor, ouviam-se bizarros trinares de pássaros. A.S. E o M começaram a pintar e esboçaram-se as “bocas para afixar” pelo acampamento. No dia 14 à noite chegaram dois companheiros do Porto e as actividades de construção e preparação ganharam ritmo. A 16 recebemos por correio um comunicado bastante confuso do “Acção Direta” criticando a semente vegana e o acampamento libertário. Difundiu-se o mesmo e afixamo-lo no Placar dos Recados, contactos e informações que se encontrava à entrada do acampamento. No dia 18 vieram dois companheiros do Porto da Casa Ocupada, 3 companheiros de Frankfurt, 1 de Vila Real e 3 de Lisboa. No dia seguinte mais mais 2 do Porto, de Paris e de Torres Vedras. O que permitiu, com a ajuda de amigos de Izeda, ultimar os arranjos para o dia 21. Obtivemos luz e água por via da cedência das mesmas feitas pelos habitantes da terra que nos ofereceram também fruta e nos emprestaram cabos, terrenos e tanques para a água. De resto existia só convivência entre os “forasteiros” e a população. A Casa do Povo, uma associação de carácter popular, foi arranjada de modo a poder albergar os debates e as secções de filmes.

A fase de construção e preparação do acampamento acabou por ficar a dever-se à caloirice voluntária de 4 ou 5. Para a próxima vez, neste aspecto, seria bom constituir desde logo, uma equipa de carolas folgazões, divertidos e  activos para prepararem todo o necessário para a realização do evento.

3) No dia da abertura do acampamento chegaram companheiros de Lisboa e do Porto. Fez-se a assembleia do acampamento que organizou tarefas e foi criado um colectivo para a cozinha revogável e demissionáveis a todo o momento. Esta assembleia foi marcada, no entanto a incapacidade e falta de hábito dos presentes. Não estamos juntos muitas vezes. Essa verdade. Teremos de aproveitar estas oportunidades para pormos em prática a gestão directa entre iguais. As “bocas” pelo acampamento foram ultimadas: Saneamento básico da classe dirigente! Anarco-individualistas excluídos desde 1886. Uni-vos individualmente! Deite o seu televisor no lixo! Não é proibido sonhar! Fode o trabalho antes que ele te foda a ti!, Anarquia é melhor! Todos iguais. Todos animais! Ne travailez jamais! Entre outras de letras mais pequenas escritas na parede de madeira dos sanitários.

b) No dia 22 chegaram pessoas do Porto, Viana do Castelo, Costa da Caparica, Lisboa e Braga. Deu-se a abertura da exposição de livros e publicações libertárias na Casa do Povo. À noite passou o documentário ” Memória Subversiva” – história do movimento sindicalista e anarquista em Portugal. 1910/1975 com a presença não somente dos “campistas” mas também da população de Izeda. O debate sobre Os Anarquismos e o Movimento Libertário acabou por não se realizar devido à hora tardia em que acabou a transmissão do vídeo.

c) No dia 23 vieram pessoas de Barcelona, de Marselha, de Leiria, do Porto e das juventudes libertárias da CNT de Zamora. O passeio programado ao rio Sabor não se efectuou por falta de participantes nisso interessados. O andar à deriva já tinha começado antes mesmo do dia anunciado. Houve o vídeo de Noam Chomsky bastante bom mas visionado em más condições sonoras por via dos meios técnicos que disponhamos. Este problema existiu aliás em todas as sessões que foram feitas. Só seria possível superar esta falha se para tal dispuséssemos de meios eficazes e tal não aconteceu. À noite no acampamento houve animada conversa.

d) No dia 24 chegou “pessoal” de Almada, da Galiza, de Lisboa, das aldeias da Lousã, de Bragança, de Madri e de Zamora. Pela manhã houve actividades à deriva e á tarde continuou a exposição de livros, um debate sobre Novas Tecnologias e Organização do Trabalho, tendo como orador o José Faria. Foi um debate com um discurso morno e cronológico com intervenções interessantes da assistência que não passou das 30 pessoas. À noite um filme: A Patagónia Rebelde de Osvaldo Bayer.

e) No dia 25 foi inaugurada a exposição Dos Cobrimentos organizada pelo Herculano que por ter adoecido dias antes não pode estar presente. Foi notada a ausência deste companheiro no acampamento. Fez falta! Uma corrida a pé que estava para acontecer também não se efectuou. A corrida chamava-se “corrida do imbecil” com ponto de partida mas sem ponto de chegada. ( Herculano, para a próxima temos de realizar esta corrida!). À noite houve um debate sobre “Os descobrimentos e a expo 98” tendo como animador Júlio Henriques que também promoveu com outro amigo, uma performance poética e musical alusiva ao tema.

f) No dia 26, sempre com pessoa chegando ao acampamento, continuaram as actividades à deriva e a exposição dos Cobrimentos. Houve mais um debate, desta feita sobre Marginalidade e passou mais um vídeo.

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(memória) A Batalha de Cambedo, Trás-os-Montes (20 de Dezembro de 1946). Link filme

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Layla AbdelRahim; domesticação, crianças, supremacia branca, primitivismo!

Layla AbdelRahim?

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Tradução Amadora; Amateur Traducion; Non Scholar Translation!

(qualquer semelhança com a realidade não é pura coincidência!)  

 

Quem é Layla AbdelRahim?

 

Do Wikipedia: Layla é umaantropologista e autora Canadiana, da qual as palavras sobre civilização e mundo selvagem têm contribuído  para o campo literário e estudos culturais, estudos do mundo animal, filosofia, sociologia, e tambémanarco primitivismo,epistemologia, critica da civilização e educação. Ela atribui o colapso da diversidade de bio sistemas e degradação ambiental ao mono culturismo e a antologia da civilização que explicam a existência em termos de funções deutilidade antropocêntrica.

Os seus livrosChildren’s Literature, Domestication and Social Foundation: Narratives of Civilization and  Wildderness (Routlege 2013) e Wild Children – Domesticated Dreams: Civilization and the Birth of Education ( ferwood 2013) tiveram uma contribuição para a literatura sobre a teoria e a critica sobre crianças e a critica da educação como raiz na civilização da necessidade da domesticação das crianças como recursos.

Abdelrahim recebeu o seu A.B. doBryn Mawr College e um Ph.D. daUniversité de Montréal, Departement of Comparative Literature. A sua dissertação entituladaOrder and the Literary Rendering of Chaos: Children’s Literature as Knowledge, Culture, and Social Foundation, examina os efeitos das premissas oncológicas do auto conhecimento humano (antropologia) e a repercussão de tal conhecimento da destruição antropogénicas  dos sistemas de vida e da diversidade.

index

Entrevista retirada do site/ From:http://puntickovanichrobaci.blogspot.cz/2013/11/interview-with-layla-abdelrahim.html

Como chegaste ao anarco primitivismo?

A minha posição ética sobre os outros seres vivos foi formulada antes de conseguir falar. Nasci em Moscovo. Os meus avós russos tinham uma pequena quinta na região sul de Moscovo. Ver como gostavam dos animais que “criavam” e a floresta que rodeava a pequena aldeia tornou-me ciente da inerente contradição entre dizer que gostava de alguém e depois matar alguém não humano a sangue frio, para comida. Resolvi isso aos 4 anos ao deixar de consumir carne.

Os meus avós e parentes tinham uma relação com os animais, mundo selvagem, governo e tecnologia complexa e permitiam que eu explorasse e formulasse a minha posição mesmo influenciando as minhas experiências enquanto crescia. Por exemplo, o meu pai era um geólogo Sudanês que amava o mundo selvagem. Algumas das memórias mais felizes que tenho da minha família ou vão até à aldeia russa ou a algum campo geológico no Darfur, quando a Savannah ainda vivia antes dos geólogos encontrarem urânio e outros “recursos naturais”.Lembro-me do meu pai criticar o sistema predatório politico e colonial que descobriu estes “recursos”, e mesmo criança sem conhecimento antropológico ou vocabulário político, soube que a crítica era limitada ao “colonialismo europeu” versus “ Independência Nacional Sudanesa”, onde o sofrimento dos animais selvagens e  tribos humanas que viviam na área  eram afectadas pelo avanço da civilização e continuavam sem reconhecimento nesta narrativa. Sabia de todo o coração que o link entre geologia e mineração, encrostadas na civilização e destruição da vida que eu estava a testemunhar ao crescer no Sudão foi essencial para entender e ultrapassar a violência na qual cresci, seja pessoalmente ou a nível social. Voltei ao Darfur menos de 2 décadas depois e a vida harmoniosa do mundo selvagem no final dos anos 60, no inicio dos anos 80 tinha desaparecido das regiões deHofrat al Nihas. Só sobra areia, radiação, guerra, e morte.

Comecei a articular a ligação entre tecnologia. “conhecimento”, e civilização como sendo o cerne do problema da devastação da vida na terra quando andava no 3º ano de estudos de engenharia civil. Os planos para a construção de estradas e barragens revelaram-me como o próprio conceito de arquitectura antropocêntrica era o problema da desertificação que via rastejar do Norte de África entranhando-se por km na frágil harmonia da sobrevivente vida colonialista. Guerra, racismo, sexismo e extinção de espécies estavam obviamente ligadas, mas ao mesmo tempo ainda não tinha a minha fórmula crítica. Pouco depois de acabar o meu terceiro ano, no entanto, desisti desses estudos e juntei-me nos esforços para ajudar as vítimas da guerra e parar a desertificação, a guerra, e a extinção. Isto levou-me ao jornalismo de guerra e depois aos meus estudos e pesquisa antropológica, social e literatura comparativa, com as minhas experiencias reais de vida, a minha exposição na infância a 5 línguas,  e feitos históricos, como também a minha posição ética a guiar a critica do sistema epistemológico actual e economia social e mais paradigmas ambientais e praxis.

 

Pensas que o Anarco-primitivista é real? A resposta mais usual é, que o AP é uma utopia, ou que não existe meio de voltar atrás e também que temos tantas(nano)tecnologias fantásticas, que vamos resolver os problemas no futuro, não só os ambientais, mas também os problemas sociais.

Anarco-primitivismo é uma teoria e critica da hierarquia, politicaparasitic e sistemas económicos sócio – ambientais. Os argumentos são baseados em observação de como a vida se desenrolou neste mundo por biliões de anos. As críticas do AP são diferentes e não existe uma linha monolítica de conhecimento ou “ linha de partida”: por exemplo, existem aqueles que começam na altura dos caçadores colectores, outros no cristianismo primitivo deLeo Tolstoy ouJaques Ellul, ou outras tradições vegans. Porque estes pensadores ou críticos da civilização estão interessados em observar os princípios da vida; partem a partir de várias disciplinas compaleontologia,etnologia, antropologia, biologia, entre outras. Não é necessário ser anarco primitivista para observar que os princípios que permitem ao nosso sistema de vida para prosperar são baseados na diversidade e relações selvagens. Por “selvagem” digo “não domesticados” e existir para um princípio próprio, independentemente  de terem existido por intervenção divina ou acidente geológico e não pelo propósito de exploração na “cadeia alimentar”.  Estes sistemas de vida de prospecção em relações fiáveis onde a biodiversidade é a chave. O AP compara estas observações dos princípios de vida com os princípios da civilização e sistemas hieráticos sócio ambientais e sistemas económicos. Esta comparação revela que o mono culturalismo e domesticação não são sistemas viáveis. Eu falo destes sistemas profundamente no  meu trabalho, particularmente de como a domesticação de crianças humanas segue o mesmo princípio da simplificação, ameaça de morte, mono culturalismo, e consumo da vida é de não humanos. Podem estar interessados em ler os meus links entre ontologia, teologia e antropologia no livro: Red Delicious.

Nomeadamente, as bases ontológicas é o consumo de “ recursos” e escravatura que se torna as bases destas relações parasitas onde a vida, a força, e esforço são consumidos só num caminho de energia. Basicamente, isto estabelece relações de dependência onde o escravo depende de um “recurso” seja humanos animais, não humanos, ou máquinas, para trabalhar para o benefício do “dono” e onde o “recurso” é coercivo a trocar a sua vida e o propósito selvagem de ser pelo direito a viver e trabalhar. O meu livro Wild Children – Domesticated dreams: Civilization and the Birth of Education, relata sobre Ontologia, epistemologia e problemas metodológicos da domesticação.

Porque, como defendo no livro, a premissa da civilização é consumir, matar, e colonizar, grita uma antropologia enraizada no sistema predatório: tanto matar e violar. Nomeadamente, conhecimento civilizacional conflui o homem como o grande predador e que o mundo existe numa “cadeia alimentar” natural “hierática” para ser controlada, reproduzida, e consumida. Mais uma vez, a observação dos princípios de vida revela que os sistema hieráticos de subsistência são  insustentáveis, e parasitas, porque para prosperar, a vida precisa de diversidade, mutualidade, e simbiose. Ao construir uma antropologia com raiz no consumo de trabalho, carne, e vida, a civilização então cultiva culturas insustentáveis de relações sócio ambientais e porque estamos a testemunhar uma morte antropogenic do mundo, que esta literalmente a ser devorado pelos animais humanos civilizados.  Esta é uma situação de emergência e não nos podemos dar ao luxo de reflectir se podemos “antropogênico voltar atrás” ou só correm ao logo tentando tornar selvagem os nossos corpos moribundos.

A questão pertinente que enfrentamos não se as sociedades observadas de humanos não domesticados e não pessoas não humanos são utópicas não é se o selvagem é utópico, porque o mundo selvagem conseguiu com sucesso viver até agora e eu vivi na e com o mundo selvagem tanto na Rússia como no Sudão. O verdadeiro problema é que a civilização provou ser “utópica”. Nunca cumpriu as suas promessas: aumentou a fertilidade de mono culturalismo tanto que hoje não humanos e animais humanos domesticados constituem 98% da biomassa vertebrada na terra, pelo contrário, antes do aparecimento da civilização agrícola à 10 mil anos atrás, 99% da biomassa vertebrada consistia em espécies selvagens. Criou doenças, mortalidade precoce através da desertificação, guerra, acesso hierárquico a comida e água, etc. Colonizou o mundo e devastou-o. Até o oceano se está a tornar num deserto e a sufocar em plástico, ácidos, e lixo da civilização.

A esperança de que a tecnologia nos evitará o sofrimento é análoga – mesmo através de infinitamente mais dor e tragédia – á piada que se ouve no Leste da Europa: podes curar uma ressaca com Vodka. Todos sabemos como cura a Vodka por si, como outras drogas legais e ilegais, é um sintoma de desespero no qual a dependência do sistema predatório tecnológica nos prendeu. A necessidade de embriagar é a nossa inadaptação ou falta de vontade de enfrentar a nossa verdade: escolhemos a civilização portanto escolhemos a morte. Agora a verdadeira questão é: podemos unir a força para criar uma escolha diferente? O AP não oferece soluções, mas a sua critica mostra onde falhámos e mostrar uma diversidade de caminhos por onde podemos ir e como nos podemos curar e ao mundo.

 

O que nos tirou a domesticação, em termos sociais, e consciência?

Com consciência digo conhecimento. A domesticação teve um grande impacto no desenvolvimento humano? Ex: è claro que o desenvolvimento dos animais não humanos, que foram domesticados, pararam?

A domesticação definitivamente tirou-nos a inteligência e conhecimento de como viver no mundo. Educam-nos a sobreviver na civilização: Ex como ser dependente da hierarquia de mestres que nos tiram o EU e o mundo. Em vez de aprender sobre o mundo através de empatia e presença  – “ como te sentes quando és tu?- pensamos para aplicar esquemas e representações para entender o que os mais “iluminados” na cadeia alimentar querem que “saiba-mos”. Também, ao aprender a aplicar esquemas e fórmulas para situações de vida real sem entender a complexidade do que está em jogo, perdemos a nossa chance de gozar uma compreensão holística do mundo e também adaptação a novas ocorrência.

No mundo selvagem, humanos e crianças não humanas aprendem como aceder a cada situação e a compreender cada contra correctamente e não são sempre previsíveis. Se não estivermos preparados para sermos surpreendidos podemos não sobreviver. Igualmente, não é sempre uma experiencia. Como observou Kropotkin no seuMutual aid: A Factor of Evolution, viver no mundo selvagem é na maioria uma boa experiência, sendo o sistema predatório o factor menos proeminente, porque os herbívoros historicamente são em numero maior que os predadores, que por sua vez comem menos e dormem mais. A finalidade da domesticação, em contraste, é assegurar controlo e prever de “assets” e “recursos”. Porque, o seu programa é antiético para a evolução, diversidade, improvisação, mudanças e surpresas. Os “recursos” que tal sistema produz é dependente daquele que controla as suas vidas e a sua comida. “recursos” dependentes são aqueles tornou incapaz de prosperar fora do sistema de coerção e ameaças. Têm de ser feitos estupidificados e depois mentem-lhes. São enganados, vitimizadas, ameaçadas, e consumidas. No entanto, como argumento no meu livro, humanos e animais não humanos asseiam selvajaria e necessitam muito menos de parecerem  ferais do que as décadas que leva a domestica-los até ao esquecimento.

 

O critica do Ap da educação para a maioria é incompreensível, especialmente, para a funcionalidade do mundo “moderno”. O que dizes (numa introdução) a essas pessoas?

Mesmo para mim, este link entre educação e domesticação não era obvia. De facto, o meu livro sobre educação apareceu como efeito paralelo da minha investigação sobre guerra, em antropologia médica na Suécia, e nas ligações entre a construção do “ otherness”, a lei, e o corpo médico num tribunal na França – que me levaram á minha doutorada dissertação sobre epistemológica, ontológico, e antropológico entendimento das narrativas da civilização e do mundo selvagem. A ligação torna-se clara quando estava a criticar a fundação do conhecimento civilizado como base de classificação e a separação de espécies. Nomeadamente, apercebi-me que ao destacar as diferenças ao entender o humano separado dos não humanos ou da vida como forma de vida diferente de não vida constituía a epistemologia que justifica a crueldade e que essa estava na raiz do sexismo e racismo. Comparando este entendimento social construído da nossa humanidade como predadora e alienada de como os não civilizados humanos e pessoas não humanas relacionadas com o mundo fez-me ver como o projecto de educação é crítico para a domesticação, porque oferece tanto o “conhecimento” que justifica a opressão, sistemas de vida colonialistas pelos predadores humanos, exploração, consumo e também o estabelecimento da metodologia para reproduzir esta cultura de subsistência e economia sócio ambiental.

Por outras palavras, se queres que pessoas mantêm por ti, precisas de assegurar que eles não sabem a experiencia e verdade daqueles que matam. Precisam de ser alienados daqueles que tem de matar e esta alienação e o sistema predatório tem de ser naturalizada: constrói-se uma antropologia de humanos como superiores aos não humanos e humanos “inferiores” como seres não sencientes que não sentem dor, que existem para nosso consumo. Ou, construi-se uma identidade das pessoas que se manda matar como diferente das pessoas do teu grupo, raciona-se que foram eles que começaram e instala-se o medo de que te vão matar se não o fizeres primeiro, etc. Mas aepistemology não é suficiente só por si, precisa-se então de criar uma situação de constante falta e perigo para as pessoas interiorizarem o medo e a violência. È aqui que a metodologia da pedagogia do civilizado tem um papel critico: as crianças humanas são tiradas aos seus pais muito cedo, aprisionadas em grupos da mesma idade dentro de salas, onde são constantemente ameaçados com fome pelas fracas notas e falta de emprego, se não aprenderem  o “conhecimento” abstracto e a gramática civilizada da hierarquia e obediência. Esta pedagogia espelha os métodos utilizados em animais não humanos escravos: um cavalo é alimentado só se der mais lucro ao domesticador do que gasta em sustentar e se recusa a trabalhar, é morta. Neste sentido, o famoso fisiologista russoIvan Pavlov não descobriu nada novo quando articula a sua teoria de treino de cães. No meu livro sobre educação, exploro outras pedagogias de crianças “sem instrução” e reconto as minhas observações de como aprendem.

 

O que pensas sobre os tradicionais ou anarquistas vermelhos? Especialmente, quando falamos sobre a sua neutra atitude sobre tecnologia, domesticação e muitas vezes sobre colonialismo. (actualmente a sua atitude para com o AP e suas ideias é a mesma que a da maioria da sociedade)

Primeiro, o tremo “tradicional” é altamente problemático, porque estabeleça bias para com uma perspectiva especifica como a “norma” “maioritária”  e então normaliza a expectativa que dá o seu poder enquanto marginaliza ou estabelece como “ desviantes”ou “anormais” outras perspectivas. A questão que tal termo levanta é: tradicional de acordo com quem? Não civilizado, não tecnológico, uma sociedade capitalista baseada em apoio mútuo e culturas sócio económicas simbióticas de subsistência tem sido a norma através da história do mundo até ao presente. Tribos não contactadas continuam a existir e a resistir á civilização pelo mundo até hoje. Também os não humanos selvagens. Mesmos esses rodeados pela civilização não desistem do mundo selvagem facilmente, pode-se ver na resistência contra a barragem Belo Monte pelos indígenasXingu do Brasil ou osMi,kmap que resistem à exploração xale gás no Canadá são alguns exemplos de resistência contemporânea à violência civilizada.  De facto, domesticação e civilização – com os seus sistemas de governar têm tido resistência constantemente desde que a cultura agrícola sedentária começou a colonizar a vida nómada de não humanos e humanos animais. Por outras palavras, a resistência á civilização de várias formas tem sido prática tradicional em todo o mundo por mais de 10.000 anos “ o anarquismo vermelho” existe esporadicamente nos enclaves históricos europeus e outras civilizações Ocidentais por poucos séculos.

Segundo, o conceito de anarquismo por si é contextual. Sociedades selvagens, das quais as culturas de subsistência eram baseadas em relações socio-ambientais simbióticas, não podem ser definidas como “anarquistas”, porque anarquismo é resistência a sistemas de governabilidade em culturas hieráticas e os seus métodos de coerção, exploração, e consumo que o sistema governativo impõe. Por outras palavras, o anarquismo é importante para entender o problema da governação, para articular criticas de domesticação, e para propósitos tácticos de resistência e ultrapassar um sistema baseado em sofrimento, desertificação, e morte. Estas criticas crescem em circunstâncias próprias e portanto são contextuais, portanto limitadas e baseadas. Por exemplo, um homem branco saudável escrevendo uma teoria anarquista e a desenhar a praxis anarquista no sociedade  sec 19 ou no sec 20 da branca supremacista  dependente do “imperialismo”, racismo, sexismo e privilégios “especistas” que o protege de experimentar a realidade das presas humanas ou não humanas. Isto acontece porque, mesmo que exista um grande valor na sua análise, no entanto, o seu entendimento e recomendações serão baseadas e limitadas, porque ele nem sempre será cognitivo se é a presa ou predador na vida diária porque na experiência e epistomologically ele conhece o mundo através de uma visão predatória. Muitas vezes, a própria ciência na qual estes homens baseiam as suas criticas derivam desta perspectiva predatória naturalizada da qual beneficiam e a sua epistemologia trabalha para confirmar a eles o aspecto “natural” do sistema predatório, revelando-lhes então o caminho na qual a sua própria existência, subsistência e resistência depende da vitimização de grupos inteiros de pessoas designadas como “presas” no seu nicho sócio – económico.

Excelente ilustração de tal miopia na crítica da civilização hoje será o trabalho deJared Diamond que continua a construir na suposição que o mundo não civilizado e não domesticado é baseado na violência num sistema predatório. No anarquismo de esquerda esta perspectiva predatória pode ser seguida em tais conclusões como desenhada por teoristas contemporâneos comoDavid Graeber. Por exemplo, em Junho 2009, Graeber e eu tivemos uma discussão publica no grupo Anarquists Antropology naOpen Antropology Cooperative na qual ele acusou o AP de viver na cave das suas mães e disse-me que ele sabia o que queriam os agricultoresBangladeshi: plantar comida. Primeiro, utilizando “ cave das mães” como insulto para desacreditar assenta em exploração patriarcal e degradação da mulher. Isto significa, que aos olhos de Graeber anarquistas “masculinos” que utilizam o sistema predatório para avançarem no mundo sem depender das mães. – ou da classe feminina que é construída para criar e reproduzir recursos humanos – que são o etaslon de sucesso; enquanto a classe feminina é mantida atrás no sucesso económico. Segundo, isto requer a habilidade de criar uma saída dos argumentos do interlocutor, neste caso, Graeber é surdo aos actuais argumentos do AP e varre-os para debaixo do tapete porque os associa á classe “falhada” – as mulheres, as mães. Finalmente, para manter o sistema patriarcal de (re)produção de recursos intactos de dominantes machos  brancos precisam de “Bangladesshi” e outros camponeses e trabalhadores para manter os seus nichos e esperar que plantem os alimentos e (re)produzem recursos e tecnologias para o “intelectual” na linha da frente do patriarcado. “ Como sabemos que os agricultores Bangladeshi não querem ser anarquistas antropologistas?” perguntei a Graeber. Mas ele ficou ofendido com a minha resposta, porque, como ele explicou mais tarde, por alguma razão não esperava “isso” de mim: era esperado aparentemente que eu concorda-se com a sua opinião e nãp fala-se em desacordo com a racionalização intelectual da esquerda da raison d’être dos Bangladesshi e outros agricultores, trabalhadores da Malásia na industria dos carros, trabalhadores de uma fábrica de computadores na China, et al and ad infinitum.

Isto explica porque existe uma hierarquia racial e de género na qual muitos anarquistas brancos consideram ser “teorias anarquistas” Portanto, é usual uma pequena minoria, nomeadamente, homens brancos, muitas vezes da classe dirigente, que tem a infra-estrutura social, e simbólica e capital material que lhes permite pensar e produzir tal como aceder á esfera pública da voz dominante. A mulher branca e a classe baixa branca em de lutar muito mais que os machos brancos para serem aceites nesta esfera de influência e poder social. As perspectivas de pessoas de cor e não humanos selvagens são postos de fora da esfera dominante “publica”. Pessoas de cor são maioritariamente silenciadas nas publicações e media outlets a não ser respondam às necessidades da supremacia branca ou tornar-se revolucionário em países que tem dependência colonial dos “Europeus” (ocidental e norte) e a sua relação parasita com o resto do mundo. No quer diz respeito, mesmo os “revolucionários” de cor são utilizados pelos radicais (Ocidentais), particularmente os anarquistas comunistas, como ponto da sua própria agenda que pretende estabelecer os esquerdistas brancos na vanguarda da politica sem ameaçar as seus privilégios de género, que inclui acesso a tecnologia, aos escravos vivos e mortos do trabalho. Devido á dependência intrínseca de trabalho escravo, estes “anarquistas” confiam no mesmo esquema nos seus encontros com humanos e animais não humanos e a sua utilização de tecnologia e média. No entanto, porque a maioria das pessoas pelo mundo ( mais de 70% são pessoas de cor) constitui os recursos de trabalho para a supremacia branca, a maioria dos não brancos tem perspectivas que tendem a ser criticas da modelo sócio económico “Ocidental” que continua a explorá-los e já que critica da tecnologia é mais presente nos discursos. No entanto, estas perspectivas são mantidas fora da onda de influência ao manter os media e a indústria de publicação focadas na produção de conhecimento antropocêntrico “branco” e descartar as perspectivas não brancas como uma priori irrelevante, insignificante, marginal, e trivial.

Tenho imensos confrontos com radicais, anarquistas, e media e editoras que o confirmam. Vou dar um exemplo para ilustrar como funciona: em 2007 na Anarchist Bookfair em Montreal, eu foi ter com aAutomedia press sediada em New York. Quando expliquei o meu trabalho e perguntei se poderiam estar interessados em ler o manuscrito, que lhes enviaria de bom agrado, disseram condescendentemente que devia primeiro informar-me eu sobre a sua literatura. “ Nós publicamos livros anarquistas. Devia primeiro ter conhecimento do que fazemos. Não publicamos Cookbooks mexicanos, disseram.

Automedia publicou vários homens brancos que tomaram nomes islâmicos, como Peter Lamborn Wilson conhecido comoHakim Bey eMichael Muhammad Knight, devido a esta acção simbólica – de tomar nomes islâmicos por homens brancos é radical. No entanto, quando encontram uma mulher de cor castanha cara a cara falham em compreender o que estava a explicar sobre o meu trabalho. No caso da Automedia, ela aplicou o esquema da mulher de cor castanha estar associada com a ocupação inferior de “cozinhar”. Esta associação coma cozinha mexicana não é só sexista, é também racista, porque no meu caso, mesmo sendo o meu ultimo nome árabe, a cor de pele castanha e a pequena estatura permitiu-lhe não se preocupar em figurar bem o estereótipo “correcto” mas sim generalizar a minha ocupação como trivial. Vemos que esta mulher branca que representa a editora com o mesmo esquema com o qual David Graeber operou no exemplo acima, uma fórmula utilizada para tabelar e afastar como “irrelevante” a cozinha que alimenta o homem – especialmente o homem branco – e o paradigma da supremacia branca sem olhar se estes indivíduos envolvidos são radicais ou mainstream. A produção da teoria e a expectation de quem “sabe” e quem é “ de confiança” é portanto uma capital social que trabalha como investimento para as vozes “tradicionais” na hierarquia e portanto exclui a maioria das perspectivas daqueles que efectivamente alimentam o mundo; a maioria dos humanos não come de produtos da classe reguladora, eles são pelo contrário “ regulados” e as suas vidas na cozinha ou no campo de consumo. Muitos deles, é dada a opinião de que não quererão manter o mundo em níveis de status quo e manter as suas “profissões” como são.

Como os “ anarquistas sociais” ou “ anarquistas comunistas” se encontram no degraus de topo da cadeia alimentar, é fácil para eles continuarem cegos ao facto que o sistema de supremacia branca trabalha para seu benefício e que a tecnologia é importante para manter os seus “privilégios” intactos porque a tecnologia permite-lhes viver sem necessidade de outros, principalmente pessoas não humanas e pessoas de cor: a eterna questão de quem vai para as minas, procurar petróleo, cultivar, cozer a roupa, cozinhar, limpar, produzir tecnologias, energia, ad infinitum.

Mais, esta hierarquia em si funciona como um mecanismo de sucesso de opressão que também está a funcionar nos espaços chamados de “pós coloniais”, onde as pessoas de cor que estão em posição de poder “formem” colónias sabendo que são sistemas predatórios colocados na cadeia alimentar é assegurada se eles manterem o modelo económico da supremacia branca. Neste sentido, a cadeia alimentar hierática também inclui manietar vozes anarquistas de não brancos e perspectivas não humanas silenciadas e marginalizadas incluindo nas suas terras “pós” coloniais. Mesmo para os Europeus, entender o pensamento anarquismo e a sua  tradição depende da região, era, ou pelas lutas da linha da frente articuladas por aqueles que estão a “liderar” a resistência, que nem sempre são representativos de como as pessoas possam a ver as suas lutas. O termo “Bolshevik” e “Menshevik” durante a revolução russa são reveladoras: a palavra Bolshevik significava as vozes maioritárias noSecond Party Congress separados dos Mensheviks (significa minoria) em 1903, mas de facto esta era a opinião minoritária na larga escala revolucionária onde anarquistas e outras facções prevaleciam. Portanto, ir por ideias requer que nós sejamos sensíveis ao trabalho individual e o diálogo que provoca numa posição selvagem não tradicional com interpretações, entendimento, e acção. Mais uma vez, no meu livro sobre educação, discuto a fundo como sabemos, entendemos, e interagimos a partir de uma perspectiva anarquista.

Pela virtude do meu passado complexo, variadas experiencias nu  spectrum de classes sócio económicas, exposta a uma grande variedade de narrativas históricas, revoluções, lutas pós coloniais como também tendo vivido em 5 continentes sou extremamente sensível à perspectiva que direcciona o nosso entendimento e praxis. Na minha própria exploração teorética, estou disposta a dialogar com um largo espectrum de pensadores e cientistas. Não me acanho em citar brancos machos comoErrico malatesta, Petr Kropotkin, oukarl Marx, entre outros. Mas quero ter a certeza que também se inclui indígenas, ELF, ALF, ou pensadores, escritores e revolucionários de todo o mundo e ouvir a experiencia não verbal de pessoas não humanas.

O meu passado não é um pré requisito para a possibilidade de atingir iluminação na experiencia de outros. Leo Tolstoy era exemplar no seu sentido, porque tinha a capacidade de simpatizar tão profundamente com o carácter que ele estava retratando de que poderia saber como um velho cavalo sofre ou uma mulher numa sociedade patriarcal ostracizada se via impossível de continuar a viver. Escrever a história“ Na Old Horse” ou Anna Karenina com honestidade, Tolstoy não conseguia encontrar nenhuma justificação para a civilização, sociedade tecnológica, e portanto para a cultura da escravatura. Este conhecimento trouxe-lhe complicações para a sua vida, acções relações. Tais pessoas sempre existiram através da história da civilização. No entanto, para haver uma verdadeira mudança, precisamos que mais pessoas da classe “privilegiada” recusem os seus privilégios e se junte aos grupos humanos e não humanos pelo qual rezam. Precisam de entender o que é ser forçado a existir como a máquina, como o resultado de um domesticador, o grande predador – aquele estúpido macaco que trouxe o mundo á beira da extinção. Porque, como conta Philip Dick noAndroids Dream of Electric Sheep, quando realizamos que podemos estar a segurar a ultima aranha na mão e chorem por ele com todo o corpo e alma, não é a solidariedade antropocêntrica do “anarquismo comunista” que salvará a aranha, mas sim um acto heróico de atravessar a barreira do especismo e mergulhar nas fronteiras da máquina ontológica – o escravo de que podemos voltar ao paraíso perdido, que é simplesmente o mundo selvagem e a vida.

No teu web site li uma discussão a qual conclui que és vegan? È verdade? Se és vegan, quais consideras serem os beneficios do veganismo? Sabes, Muitas pessoas como está o AP relacionado com o veganismo; as pessoas vão ter de voltar a caçar.

O problema com a critica predatória no veganismo é que tal critica que acentua em preferências pessoais no consumo em vez da iluminar as largas ramificações de como construímos a nossa antropologia. È com esta preocupação que o meu testemunho de abertura na discussão “Mythical Predator”: nomeadamente, se devemos continuar a definirmo-nos em termos dos nosso consumos e preferências, que leva a um debate no cerne do sistema predatório, ou se devemos rever a nossa antropologia em termos do nosso papel ambiental como frugiveros simbióticos junto com os outros primatas. Na minha escolha pessoal, decidi na idade de 4 não consumir carne, e é fácil clarificar as minhas limitações no Norte da América em termos de veganismo. Ainda articulo a minha critica em termos da construção epistemológica da humanidade como “sucesso” evolucionário devido á sua antropologia predatória. Mais uma vez, discuto isto mais profundamente no meu livro sobre educação e estou a dedicar grande parte do meu novo livro que pretende criticar a teoria evolucionária civilizada.

 

 

 

Layla more information about their work:

On October 2013 book tour:

Interviews:

On Animal Voices, Vancouver by Alissa: http://animalvoices.org/2013/10/layla-abdelrahim-tribute-to-turkeys/

On Gorilla Radio, CFUV (University of Victoria) by Chris Cook: https://soundcloud.com/cfuv/gorilla-radio-layla-abdelrahim

On Doers, Makers, Thinkers CFUV (University of Victoria) by Julian: https://soundcloud.com/cfuv/doers-makers-thinkers-layla

Talks:

Tuesday, 8th October, 2013, 5:30 pm.

Department of Criminology, Kwantlen Polytechic University, Surrey, B.C.

Watch video here:

http://youtu.be/uVQujVAN6zM

Title:

Crime and Reward from an Anarcho-primitivist Perspective

Abstract:

George Zimmerman’s acquittal in the shooting death of Black teenager, Trayvon Martin, this summer came as a surprise to many mostly because the civilised believe words and focus on language rather than on praxis and consequences. Namely, civilised people see the judicial system with its verbose process of trial as a system of justice and in the eyes of those involved in Zimmerman’s trial, there was “no evidence beyond reasonable doubt” that Zimmerman acted outside the confines of the American law. The question thus was not whether killing someone was wrong, the problem that was to be resolved in this system of justice was whether the killer had the right to kill.

In this lecture, Layla AbdelRahim discusses the civilized premises that construct the human animal as predatory and thus centers murder in anthropology itself and reinforces the predatory narrative. Furthermore, this predation is structured by the classificatory system of civilized epistemology that categorizes groups of living and nonliving beings, whether human or not, as “resources” and “consumers” thereby excluding whole groups and immense suffering from the public discourse on justice. And as discussed in her book, Wild Children – Domesticated Dreams: Civilization and the Birth of Education, this predatory narrative is reinforced by both the medical sector and the system of education.

Tuesday, 16th

In Duncan, B.C.: http://www.ustream.tv/recorded/39913923

Title:

Schooling as a Political Choice to Conform to the Colonising Narrative of Domestication

Abstract:

Obligatory schooling has become the global narrative that frames our understanding of how children must learn. Narratives become reality when people act according to the plot that drives these narratives. Hence, obligatory schooling, where children are taught through literacy how to know and live in the world, has become the reality for most human children on earth. Furthermore, even if the specific details of what, for instance, is taught in French schools might differ from what might be taught in Kenya, there is a unifying experience of submitting children to “discipline” and hierarchical structure of obedience through literacy from an early age. This literacy is mostly linked with today’s major civilisations: European, Arab, and Chinese, the core of whose syllabus aims to domesticate human resources and instill in them a place in the hierarchy of the “food chain”. In this respect, the seemingly personal choice of parents or a community to whether send their children to school or choose to educate them at home or in the community, in both cases, constitutes a political choice: one to conform to the socio-economic and political system based on consumption and exploitation or to resist this paradigm. In this talk, Layla will draw on her discussion of “unschooling” and “schooling” in her new book Wild Children – Domesticated Dreams: Civilization and the Birth of Education (Fernwood Publishing 2013) to address how successful resistance has to entail a critique of the underlying speciesist, racist, and misogynist mandate of the domesticating narrative of civilisation and the disciplining methods of the civilised institution.

Friday, 18th October at 3pm.

Department of Geography, University of Victoria, B.C.

Title:

The Ship of Fools as a Place of Spectacle, Healing, and Education where the Wild are Sent to Die

Abstract:

The Medieval European allegory of the Ship of Fools was more than a metaphor or a literary ruse to critique the Church and the state. In Madness and Civilization, Michel Foucault argues that this trope was also a real socio-political tactic used to cleanse the civilised space by isolating the “mad” or the “unreasonable” from “society”. For civilisation, “reason” has two constituents: raison d’être and sanity. The sane are here defined as those existing for the purpose of domestication in a “natural” food chain hierarchy. In this sense, “society” consists of those working for the “reason” of domestication and socio-economic hierarchy, exploitation, and consumption and those who cannot or refuse to abide by the domesticator’s definition of their reason for existence are either sent to sanatoriums, hospitals, or other correctional facilities to be cured or killed.

Drawing from the research conducted for her book, Wild Children – Domesticated Dreams: Civilization and the Birth of Education (2013), Layla AbdelRahim discusses schools and children’s culture as spaces of such isolation and “correction”: where the wild raison d’être to dream and to exist for one’s own, known or unbeknownst to self purpose is extinguished and where the child is taught to exist to serve as a human resource in the chain of exploitation of nonhuman resources.

Saturday, 12th October at 7pm

Spartacus Books, Vancouver, B.C.

Title:

The Ingrained Premises of Injustice in the Unknowledge Sold as Education

Abstract:

In this discussion, Layla will draw on the research conducted for her book Wild Children –Domesticated Dreams: Civilization and the Birth of Education, in which she examines the underlying premises in the construction of knowledge that the institution of education produces and proliferates. The first premise is that knowledge of others must be organised and based on “classification” of forms of life and nonlife. Hence, in monotheistic narratives, God creates groups of beings on different days and, in science, classification is the primary organising principle of knowledge. Knowing the self and the world by relating to individuals as members and representatives of an epistemological “class” fosters alienation from and ignorance of the real experiences of others and provides a system of oppression of whole groups of human and nonhuman beings. In other words, epistemological classification establishes economic classes, where some control the power and agency over the construction of “knowledge” while the others constitute “resources” to be domesticated and colonised by such knowledge and exploited as labour force and the source of pleasure and well-being for the “ruling” classes. Therefore, examining and critiquing how unknowledge about what is human or nonhuman is produced and reproduced through schooling and other cultural narratives is critical to overcoming gender, racial, and speciesist oppression.

(5) Tuesday, 15th October at 7pm. Camas Books, Victoria, B.C.:

Title:

What’s in a Class? On Reproduction of Gender, Species, and Ethnicity as Categories for Labour and Consumption

Abstract:

How do we know the world? How do we relate to the world and to our knowledge of it? Today, most people around the world believe that we cannot learn how to live in the world without having gone to school and received an “education”. However, what is this “education”? What is its content, its method, or its purpose?

Education is a systemic production, reproduction, and transmission of specific socio-economic constructs about humans, society, and the world. These constructs are then passed on as “knowledge”, which ensures the coexistence of epistemological classes as socio-economic classes in a hierarchical paradigm. Civilised science prioritises Cartesian thinking that divorces “reason” from “emotions” precisely because empathy with the exploited, the suffering, or the consumed will interfere with the project Civilisation.

In this conversation, Layla will discuss the underlying premises in scientific thinking about the world as a system of domestication of human and nonhuman resources for production, reproduction, consumption, and ultimately devastation.

(6) Sunday, 13th October, 2013

Purple Thistle, Vancouver, B.C.

Title:

The Insidious and Resilient Narratives of Domestication: Pitfalls to Watch for in Autonomous Learning Zones

Abstract:

What better weekend than ‘Thanksgiving’ to Join Layla AbdelRahim on her book tour for ‘Wild Children-Domesticated Dreams’, as she talks about colonization, domestication, and the challenge of not reproducing these mechanisms as we strive towards de-schooling.

Not only has the hierarchical project of domestication and civilization existed for the past ten thousand years, it has been expanding globally, engulfing more and more territories and bringing the world to a state nearing the brink of collapse of biodiversity and self-sustainability. This colonizing project has not been accepted passively. It has met strong ideological, epistemological, socio-economic, and physical resistance on both individual and social levels. Nonetheless, civilization has reached an epidemic level largely owing to its misconstruction of “knowledge” about human nature and the world. In her research, Layla AbdelRahim applies concepts from biology, anthropology, ethology, and sociology to examine the mechanisms by which socio-cultural narratives and material cultures reproduce themselves through domesticated bodies, minds, and desires. In this workshop, Layla will identify these mechanisms of perpetuating domesticated “unknowledge” and will engage a discussion on resistance to its narrative.

(7) Tuesday, 22nd October, 2013

New Moon Collective, Olympia, WA

Title:

Children at the Forefront of the War of Civilization over Colonization of Resources

Abstract:

Battling their own oppression and fighting against unjust systems for the wider public good, Anarchist and other activist parents often do not have the time to allot to rewilding their own parenting culture and thus relegate the task of child rearing to institutions or other civilized child-care. In this workshop, Layla will address the questions raised in her latest book, Wild Children – Domesticated Dreams: Civilization and the Birth of Education (Fernwood Publishing, 2013) pertaining to the real cost of parenting and child-rearing and the implications of the civilized predatory socio-environmental relationships on children, their culture, and thereby on the world.

Layla addititonally send screenshot their discussions with David Graeber: http://i.imgur.com/oTJOqBq.png

        

                                                               

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      

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