Praxes, ocultismo, civilização!

Muito se fala agora sobre as praxes. Este documento estava na “gaveta” há um tempo, porque pouca gente tomava atenção à luta anti praxe, grupos ocultos, maçonarias. Agora com a tragédia do Meco… resolvemos publicar a ver…

Conspiração…? Olha que não!!!!

abaixo estão excertos de um blog, do qual o autor já sofreu ameaças….

Praxes… Uma preparação para a vida? Qual vida?

http://ourwisdomisfullofenigmas.wordpress.com/2013/04/29/the-manuale-scholarium-parte-1-praxes-academicas/

The Manuale Scholarium – Parte 1 – Praxes Académicas

Alerta (02-05-2013):  Uma vez que a Priberam, há cerca de 4 dias para cá, depois de eu ter publicado este artigo, fez questão de alterar a definição da palavra praxe, do Dicionário Online de Língua Portuguesa da Priberam, retirando-lhe curiosamente as seguintes definições, e passo a transcrever o que anteriormente estava inserido na definição da palavra “Praxe”:

s.f. Uso, hábito, costume. Etiqueta; pragmática. Prática, realização, convenção, costume, formalidade, hábito, prático, ritual, rotina, rito, uso.

Para que não restem dúvidas quanto à definição da palavra Praxe, que inclui obviamente a palavra ritual e rito, deixo-vos com a definição da palavra “Praxe” noutro dicionário online de Língua Poruguesa, o Lexico:

http://www.lexico.pt/praxe/

4. Designação do aglomerado de regras sociais de comportamento; formalidade ou ritual.”

“praxe académica = referente ao conjunto de tradições e rituais executados pelos estudantes mais velhos no ensino superior, que têm como intenção integrar os novatos no meio académico”


Alerta (30-04-2013):
Este artigo está a ser alvo de ameaças em que nos estão a exigir a retirada dos logótipos das associações académicas. Pois bem, se esses negrumes andam a estudar e em vez de estudarem andam nas bebedeiras, eu não tenho culpa! Vão estudar direito o Direito e depois venham cá ameaçar-nos! A Legislação foi inserida no fim deste artigo!

Este tema vai ser dividido em 3 partes. Praxes Académicas, Tunas Académicas e Semanas Académicas.

Neste texto vou-vos mostrar o que está por detrás destes ritos a que dão o nome de Praxes Académicas. irei explicar-vos o que simbolizam as latadas ou festa das latas, porque queimam as fitas escritas e assinadas pelos amigos e familiares mais próximos e íntimos, o porquê do preto ser a cor predominante das tunas, ou melhor, o conjunto de todas as cores pigmento (sucção de Luz, Vampirização), entre vários outros assuntos relacionados com a vida académica e suas tradições.  Comecemos pela definição de Praxe e Rito:

Significado de Praxe:

“(grego prâksis, -eos, acção, transacção, negócio)”

s.f. Uso, hábito, costume. Etiqueta; pragmática. Prática, realização, convenção, costume, formalidade, hábito, prático, ritual, rotina, rito, uso.

“praxe académica: conjunto de regras e costumes que governam as relações académicas numa universidade, baseado numa relação hierárquica.

Significado de Rito:

“(latim ritus, -us) Cada um dos sistemas de organização maçónica.”

Vivemos num Mundo maravilhoso mas socialmente mentiroso! Quem controla a sociedade? Somos nós? Todos nós? Sim, somos. Mas apenas se formos capazes de nos mentalizarmos disso, que somos nós que temos o poder de controlar as nossas mentes, as nossas vidas, e a sociedade é aquilo que nós queremos que ela seja. Sentimos, pensamos, desejamos, concretizamos! E isso só acontecerá quando formos capazes  de não nos deixarmos levar e enganar pelas mentiras dessa sociedade, criadas por quem controla o fluxo monetário e cognitivo no topo da pirâmide dessa mesma sociedade, de forma hierárquica, pirâmidal, mantendo a maior parte da população na ignorância do seu próprio conhecimento e Poder, e por isso escrava e submissa às regras injustas e às batotas de todo este jogo Monopólio, em que quem é corrupto não vai parar à prisão!

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As 3 pirâmides de Gizé, Constelação Orion, Alhpa Draconis, Energia Faraónica Egocêntrica Negativa!

ffsem comentários

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AAUTAD – Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

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Logotipo do Conselho de Praxes da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa

Para mais informações sobre este importante assunto da Necrópole de Gizé representada pelas 3 pirâmides, aconselho as seguintes fontes de informação:

1. http://www.crystalinks.com/draco.html

2. http://www.bibliotecapleyades.net/piramides/esp_piramide_8.htm#The%20correlation%20between%20the%20Giza%20Pyramids%20and%20Orions%20belt

3. http://www.starseeds.net/forum/topics/orion-servicetoself-starseeds

4. http://youtu.be/fuDjDsncc80

Nós somos enganados de 1001 formas sem nos apercebermos, e achamos isso natural, é assim a vida, será? É o que nos dizem desde pequeninos, tem que ser assim. A vida tem mesmo que ser um conjunto de ritos, rituais que todos os dias, meses, anos, vidas, somos obrigados a fazer, só para manter a máquina diabólica a funcionar, matando-nos dia após dia como uma lagosta que morre na cozedura da água sem se aperceber que está a ser morta?

Não! Não tem que ser ! E a única razão pela qual vivemos num mundo assim, é porque quem o controla não é exposto, as suas práticas ocultas não são denunciadas a público e os seus rituais não são desmascarados perante todo o mundo! Dizem que da discussão nasce Luz, e é precisamente essa Luz, a Luz da Verdade que ilumina os Seres-Humanos que a elite cabal quer impedir! Esta é a época do Apokalypse, e Apokalypse não é o fim do mundo mas sim o fim das trevas, o fim da mentira!

“Apokalypse apocalypse (n.) late 14c., “revelation, disclosure,” from Church Latin apocalypsis “revelation,” from Greek apokalyptein “uncover, disclose, reveal,” from apo- “from” (see apo-) + kalyptein “to cover, conceal” (see Calypso). The Christian end-of-the-world story is part of the revelation in John of Patmos’ book “Apokalypsis” (a title rendered into English as “Apocalypse” c.1230 and “Revelations” by Wyclif c.1380).”

Voltando a esses ritos maçónicos a que dão o nome de Praxes Académicas. Como podem ler nas definições acima, uma praxe não é mais nem menos do que um ritual maçónico de iniciação. Eles iniciam os caloiros, a quem também dão o nome de Bestas, e em Países de língua Inglesa dão o nome de “freshman”, mas que em Portugal denominam por caloiros e bestas. Porquê?

Temos que investigar aquilo que agora tanto querem destruir, deturpar ou censurar, a História, juntar as peças e pensar pela nossa própria cabeça e não pelo que os outros nos dizem para acreditar ou como ou o quê que devemos pensar!

Vocês têm que compreender como é que estes agentes das trevas, man-in-black’s, funcionam, eles para esconder algo fazem-no à frente de toda a gente, pois reconhecem que essa é a melhor maneira de se esconder algo! As pessoas olham e nem reparam, acham normal, habituam-se, mas não conhecem o significado, mas também não se questionam, e se se questionarem, não perdem tempo a investigar!

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Thesouro da Lingua Portugueza, ano 1871

yyDiccionario da Lingua Portugueza, ano 1831

A palavra caloiro é composta por duas palavras, Cal e Loiro, de referência aos brancos de cabelo loiro, ou brancos que ficam com os louros (daí a expressão ficar com os louros), a coroa de louros, da realeza, que vivem em regiões nórdicas como os Povos da Escandinávia, ou no caso de Portugal, regiões de Minho, Trás os Montes, Douro Litoral e Beira Alta . A Cal, na palavra caloiro é alusiva à pele branca da população nórdica. Como todos sabem, a Cal é branca, é um composto sólido branco, e é uma das substâncias mais importantes para a indústria. É também conhecida por Cal Virgem, ou Cal Viva, pelas suas propriedades anti-bacterianas e desinfectantes. A Cal é o melhor constituinte das argamassas, é usada no tratamento da água na correcção do pH, na estabilização de solos, e em muitas outras aplicações.

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Diccionario da Lingua Portugueza, ano 1831

Como podem constatar pelas definições acima transcritas dos Dicionários “Diccionario da Lingua Portugueza, ano 1831″ e “Thesouro da Lingua Portugueza, ano 1871″, Caloiro tem uma forte conotação religiosa, e isso não é por acaso, porque nada é por acaso! A palavra loiro, ou louro, e é daqui que vem a célebre expressão: “ficar com os louros”, tem como significados: que é da cor do ouro, Coroa triunfal, Glória ou triunfo.

Desde sempre existiu uma conotação de pureza, virtude, de Glória, de beleza, aos povos nórdicos de pele branca e cabelos loiros, e por isso é que os portugueses deram o nome de caloiro aos novatos estudantes, porque segundo esses “Mestres”, “Veteranos” e “Dux’s” das praxes e associações académicas, que demoram décadas para acabar cursos de 5 anos, os novatos que entram para a vida universitária portuguesa ainda não estão talhados, “cortados”, polidos, pois encontram-se na sua forma pura, virgem, ou como esses satanistas, quero dizer, praxistas, gostam de descrever: “desprover o indivíduo do seu egoísmo e individualismo“, boas palavras com uma má intenção por detrás que signficam: Acabar com os princípios, valores e identidade dos caloiros e iniciá-los ao corporativismo hierárquico maçónico dos vícios báquicos universitários, isto é, sexo-drogas-e-rock’n-roll! 

É um ritual inicial fortemente hierarquizado, ou seja, os mais velhos dos seus cursos, entenda-se, aqueles com mais matrículas que andam na Universidade não para estudar mas para praxar e para as semanas académicas,  é que mandam. São estes deficientes mentais, drogados e bêbados, sem nada na cabeça, que levam os caloiros ao conhecido “Rally das Tascas“, ou seja, é beber bebidas alcoólicas em todos os bares numa só noite até cair para o lado, em coma alcoólico!!!

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Pintura Sacra – Os Anjos de Deus sempre foram representados como brancos de cabelo loiro, uma forma de personificar a Luz branca ou dourada, o Halo ao redor dos Seres-Humanos iluminados, santificados, símbolo da pureza e virgindade, e as entidades que agora tanto se falam e conhecidas como Pleiadians da Constelação Taurus.

As origens deste polimento aos caloiros, a que dão o nome de praxe e vida académica do ócio, da bebedeira, do sexo drogas e rock’n’roll de pseudos-intelectuais com a mania que são “mestres”, provêm da Roma e Grécia Antiga, do Império Greco-Romano, pelas práticas de rituais pagãos, as festas dionisíacas e báquicas de culto aos deuses Baco e Dioníso, deuses do vinho, da ebriedade (embriaguês e intoxicação), dos excessos, especialmente alimentares e sexuais. Estes veteranos, como eles gostam de se apelidar, e associações académicas, estão cheias de baco, fantasmas, pagodes e paxás (indivíduo rico e ocioso, mandão insolente, mandrião).

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“A colher de pau, a moca e a tesoura, figuradas em leque semicircular, por influência das representações militares, aristocráticas e eclesiásticas, constituem a heráldica oficial do Conselho de Veteranos da Academia de Coimbra, do Conselho de Repúblicas, da República Baco (sobre a pipa de Baco), da República dos Kágados (junto a penico e cágado), da República dos Galifões (junto ao galo de Mercúrio), da República dos Fantasmas (junto a penico, torre da UC e fantasma), da extinta República Pagode Chinês (com pagode, mandarim, Palito Métrico e torre da UC), da extinta República dos Paxás (com torre da UC e paxá em tapete voador), da República do Prá-kys-Tão (sobre cenário com mastro, pendão, árvores e estudante em balouço), e República Palácio da Loucura (brasão com torre da UC, viola e guitarra, garrafa de Baco e elmo etílico).”

Parece que o parvalhão do blog onde retirei a citação acima transcrita, e se querem saber qual o blog procurem no google porque eu não vou fazer aqui publicidade gratuita a esses burgueses com a mania que são Templários, que são o Indiana Jones e nobres professores de literatura medieval, que gostam de ser chamados por veteranos-duxs-grão-mestres-doutores-escreve-aqui-mais-algum-título-para-alimentar-os-egos-desses-gajos-e-gajas.

Nesse blog, os textos que publicam, são o conjunto de pesquisas, de várias outras fontes de informação, nomeadamente sites na internet e livros consultados do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, e não é qualquer um que consegue entrar na Torre do Tombo e consultar essa Literatura, uma Literatura que já nem sequer está protegida por Direitos Autorais, uma vez que são livros seculares, cujos Autores já faleceram há mais de 70 anos!

Mas esses xicos espertos imaginem só, têm os textos protegidos por direitos de autor e até têm o logo (marca registada) da Sociedade Portuguesa de Autores copiada no blog. Eles querem que eu coloque aqui o nome do site deles, o link para o artigo e a data, ou seja, publicidade gratuita, e ainda me proibem de ceder a terceiros este artigo que agora escrevo, além de não me permitirem usar os conteúdos desse blog, que são o resultado de vários outros blogs, sites e livros, para fins comerciais, promo-publicitários e/ou de lucro.

Nunca me passou pela cabeça fazer dinheiro à custa das minhas palavras que aqui escrevo, porque conhecimento é o resultado de várias fontes de informação ao longo da história, logo não é de ninguém em particular, é a sequência de várias fontes de conhecimento obtidas ao longo do tempo, e precisamente por isso, para mim, deve ser SEMPRE gratuito e aberto a todos! Mas para esses deficientes mentais noctívagos e amigos do baco, que gostam de proibir os outros de fazer aquilo que a eles lhes é permitido fazer, para esses tudo é permissível, até vender o conhecimento de outros com palavras suas misturadas, por 22€, 30€ e 42€. Nem um livro que demora anos a escrever custa isso, quanto mais um blog transformado em livro e muito menos com conhecimento copiado de outras fontes!

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Símbolo da Ordem Praxe e Academia por excelência:

(Símbolo Tradicional – colher de pau, Moca,
Tesoura e a Caveira)

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Logo da Sociedade secreta maçónica americana da Yale University, a Skull and Bones, Chapter 322

A colher de Pau – Como lá em cima já leram, é um símbolo de Baco, dos excessos alimentares, materialistas, sexuais, do ócio e intoxicação, e é também um dos símbolos da feitiçaria, com que os feiticeiros e feiticeiras mexiam as suas poções, e um feiticeiro ou feiticeira não é ninguém com o chapéu em bico, com um caldeirão e um gato preto, e vestido a rigor, um feiticeiro ou feiticeira pode simplesmente ser o teu vizinho ou a tua vizinha!

As poções “mágicas” pode ser uma qualquer comida ou bebida com os tais “pózinhos” que são quase sempre determinadas ervas, químicos, objectos, ou animais cozinhados que quando ingeridos pelo Corpo Humano produzem uma reacção negativa no sangue porque são alimentos impuros para consumo humano, são venenos para o Corpo Humano, alterando-nos as frequências energéticas do nosso ADN, o código genético, danificando-o, e consequentemente baixa-nos o campo astral, ficando vulnerável a campos electromagnéticos negativos, provenientes de simples pensamentos de pessoas, ou de verbalizações, as chamadas rezas, os encantamentos, de Spell, Spelling, soletrar, falar lentamente sílaba a sílaba (com intenção), são palavras proferidas, verbalizadas e intencionadas na matriz energética presente na atmosfera, no éter, com uma determinada intenção, que pode ser positiva ou negativa.

A Moca – É um símbolo que como todos sabem, todos os feiticeiros a usam em uma das mãos, conhecido como o bastão do poder, bastão de Esculápio, Caduceus de Hermes e Mercúrio, com a qual invocavam e realizavam magias para protecção ou para atacar os seus inimigos. O bastão do poder é a nossa coluna vertebral, por onde a Energia Sexual flui, conhecida no Hinduísmo por Kundalini, uma serpente. Esta força, quando devidamente cultivada e controlada, é extremamente poderosa pois condece-nos uma Força Espiritual muito grande, com a qual podemos invocar pensamentos e verbalizar palavras, com uma intenção (energia na Matriz Planetária) suficientemente forte para que se materialize, se concretize!

Aquela conhecida imagem ou passagem de filmes em que vemos um feiticeiro ou mago a apontar a moca para algo e transformá-lo ou fazer aparecer ou desaparecer, é uma alegoria em que o mago ou feiticeiro somos todos nós, a moca é a nossa coluna vertebral, o poder é a nossa Força Vrill, Força Sexual dominada, e o feitiço invocado depende da nossa índole e intenção, se é boa ou má! Na realidade, todos nós somos feiticeiros a cada segundo que passa por aquilo que pensamos e desejamos! É por isso que os nossos pensamentos são tão importantes, devem ser puros e a nossa mente deve estar limpa de pensamentos negativos.

Tudo o que pensamos influencia TUDO E TODOS, neste Mundo e no além, “as above so below, assim na Terra como no Céu” , porque os nossos pensamentos percorrem a  Matriz Energética do Planeta que está conectada com todos os Seres-Humanos. É por isso que a única forma que a elite cabal tem de ganhar esta guerra, é atacar um único alvo: A nossa mente! Enchendo-a de negatividade para que os nossos pensamentos se tornem destrutivos! Televisão, jogos de computador violentos, revistas e jornais sensacionalistas com a desgraça dos outros, filmes violentos, vídeos no youtube extremamente violentos com os cenários de guerra no médio oriente que não são censurados enquanto outros vídeos que expôem a Verdade e promovem a União, a Paz e Amor são removidos, tudo serve para nos rebaixar a meros animais primitivos, sanguinários, vingativos, mantendo-nos presos aos mais baixos instintos carnais, de violência, agressividade, egoísmo, inveja, orgulho, vaidade, avareza, ira, gula e luxúria, os 7 pecados mortais.

A Tesoura – A tesoura obviamente que simboliza o corte, ferir, separar, interroper, causar dor, suprimir. A tesoura é usada para tosquiar os caloiros e com isso causar dor emocional e interromper, suprimir, a sua ligação com o Divino, com o Sagrado! Nas Culturas Ancestrais de vários povos, como os nativos, samurais, celtas, o cabelo comprido era e é considerado um código de honra e um elo de ligação com Deus e com outras Civilizações no Universo, funcionam como antenas, fios condutores de comunicação metafísica.

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Nativa Americana – O uso de cabelo comprido é uma tradição Religiosa para os Nativos.

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A última ceia. Jesus Cristo e 5 apóstolos de cabelo comprido

A Caveira – Símbolo da morte. Este símbolo, juntamente com a cor preta e com a posição em X da moca e da colher de pau, define as intenções por detrás de toda a essência da praxe, seja ela de que tempo ou geração for!

E se ainda restam dúvidas quanto às óbvias negras e más intenções por detrás destes rituais maçónicos de merda cujo único objectivo é retirar a pureza ou o que ainda resta dela aos novos estudantes, cortando-lhes (tesoura) o Elo com o Sagrado e Divino que há em cada um de nós, e iniciá-los em vidas precárias de ócio(colher de pau), álcool (penico), sexo(moca) e rock’n’roll (basta ver os cartazes das semanas universitárias), se ainda assim têm dúvidas, deixo-vos com o fruto das praxes em Portugal, em Espanha e em França, Países Maçónicos, Carbonários, Burgueses, desde a Revolução Francesa:

» Para que servem as Praxes:

8 de Outubro de 2001 – Morte do aluno Diogo Macedo – Processo Crime arquivado! – Universidade Lusíada “Diogo Macedo, da Universidade Lusíada de Famalicão, morreu no hospital depois de uma praxe, que ninguém explicou. A Universidade Lusíada terá alegadamente ameaçado de expulsão qualquer aluno que prestasse declarações à jornalista que investigava o assunto. O silêncio escondeu a história. O processo judicial, movido pela mãe, tinha já sido arquivado.

A vítima, então com 22 anos de idade, frequentava o 4.º ano do curso de Arquitectura do pólo de Famalicão da Universidade Lusíada, mas nunca passara de caloiro na tuna daquele estabelecimento de ensino superior. Por causa disso, seria alvo frequente de praxes perpetradas pelos colegas mais velhos. Diogo sentiu-se indisposto após ser praxado, numa noite de ensaios da tuna, em 8 de Outubro de 2001, e foi conduzido ao Hospital de Famalicão. Esteve em coma e morreu sete dias depois, já no Hospital de S. João, no Porto.

Sofreu agressões pelo menos na nuca e pescoço, que aconteceram quando este se encontrava na companhia dos colegas da tuna, no interior da universidade. A morte foi consequência adequada, directa e necessária dos actos violentos”, concluiu a família nos quesitos do processo cível intentado contra a universidade.

Um processo-crime relacionado com a morte de Diogo foi entretanto arquivado pelo Ministério Público de Famalicão, que alegou incapacidade em determinar quem foram os responsáveis materiais pelas agressões que acabaram por provocar a morte do estudante.

A mãe da vítima, Fátima Macedo — que já interpusera a acção cível que resultou na condenação da universidade —, tem tentado a reabertura do processo, o que lhe tem vindo a ser negado por não terem entretanto surgido factos novos que ajudem à investigação.” – Fonte

Estados Unidos da América – 20 de Outubro de 2012 – “Hospitalizado após introduzir vinho pelo ânus, um universitário do Tennessee, nos EUA, relançou a discussão sobre os excessos das repúblicas e o perigo da moda do butt chugging. Inanimado e com indícios de sodomização. Como em tantas outras festas universitárias encerradas por um coro de sirenes – de carros patrulha e de ambulâncias –, também no campus do Tennessee todos os sinais de excessos apontavam para os suspeitos do costume: sexo e drogas.” – Fonte

Beja – 26 de Setembro de 2012” A jovem que frequenta o curso de Gestão de Empresas estava a ser ‘praxada’, com os restantes colegas, pelos veteranos do ESTIG, quando desmaiou. Segundo o que os responsáveis confirmaram ao Público, “a caloira não executou qualquer tipo de esforço físico ou foi sujeita à prática de qualquer praxe psicológica”, acrescentando ainda que, a mesma se começou a sentir mal, quando cantava com os seus parceiros. Segundo uma fonte do Hospital José Joaquim Fernandes de Beja, a aluna já teria problemas cardíacos. Esta encontra-se, ainda, internada na unidade de cuidados intensivos do Hospital de Beja, com um prognóstico muito reservado.” — Fonte aqui e aqui e aqui

Ana Sofia Damião em 2002/2003 – Instituto Piaget“Ana Sofia Damião foi, no ano lectivo de 2002/2003, sujeita às violências da praxe: insultada, obrigada a despir-se e a vestir-se novamente, forçada a simular orgasmos e relações sexuais com colegas, a relatar pormenores da sua vida sexual e intimada a insultar os seus pais” – Fonte

Esta prática de obrigar os iniciados a revelar pormenores da sua vida sexual e a ter comportamentos obscenos diante dos membros veteranos responsáveis pela praxe, é inspirada num ritual dos Skull and Bones em que os membros são obrigados a revelar a sua história sexual, a insultarem-se a si mesmos, aos seus Pais e aos outros participantes. Eles consideram a isto a morte, daí a caveira, a morte do mundo da moralidade, do justo, do decente, do honesto, natural, puro (mas que eles consideram obsceno) e o renascimento para o mundo dos eleitos dessa Ordem, do ócio, das drogas,  da sexualidade, da obscenidade e imoralidade, é o processo inverso da rectidão e da ordem, ou seja, satanismo. – Fonte

There are innumerable human skulls and bones in the ‘tomb,’ which of course is illegal under Connecticut law. Bones members are reported to be forced to reveal their innermost secrets and their “sexual biography” to one another. It has been suggested that this may be used for blackmailing.” – Fonte

Março de 2012 – Coimbra “Ao que o PÚBLICO conseguiu apurar, um aluno do 3.º ano de Ciências da Educação terá agredido com cabeçadas e bofetadas duas alunas de Psicologia durante uma praxe realizada às quatro da manhã em frente à faculdade. Há, no entanto, duas versões do episódio: uma diz que as agredidas são caloiras que se recusaram a ser praxadas e a assinar o documento de rejeição da praxe; outra que são duas alunas não caloiras que chamaram a atenção da violência da praxe que estava a ser feita à chuva e acabaram agredidas pelos comentários feitos.

O caso terá acontecido no início do ano lectivo, em Outubro ou Novembro de 2011. O PÚBLICO soube que as duas agredidas tiveram de receber tratamento hospitalar, sendo examinadas por médicos do Instituto de Medicina Legal. O caso deverá seguir para o Ministério Público. A direcção da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação já conhece o caso.” — Fonte aqui

2008 – Escola Superior Agrária de Santarém “O Tribunal entendeu que a ordem dada a quatro caloiros, na Quinta do Bonito, para “barrarem” Ana com excremento de porco, e depois, pelo sétimo arguido, já na escola, para dois caloiros a forçarem a fazer o pino sobre um penico cheio com bosta de vaca, foi um “castigo” por ter atendido uma chamada da mãe no telemóvel.Para o juiz, os arguidos agiram de forma deliberada e consciente, sabendo que estas práticas são proibidas por lei, sublinhando que era “exigível uma postura ética” a quem já frequentava os últimos anos de um curso superior.” Manuela Santos disse esperar que a pena hoje proferida pelo Tribunal de Santarém sirva para evitar futuras situações de abusos sobre caloiros, aos quais pediu “coragem para denunciarem situações que acontecem demasiadas vezes nas escolas”. – Fonte

28 de Novembro de 2007 – Estudante fica paraplégico – Escola Superior Agrária de Coimbra“O estudante da Escola Superior Agrária de Coimbra ferido durante uma praxe, a 28 de Novembro, ficou paraplégico e apresenta algumas alterações a nível dos membros superiores, revelou hoje a directora clínica do Centro Hospitalar de Coimbra (CHC). Luís Vaz, aluno do terceiro ano da licenciatura de Engenharia do Ambiente, na ESAC, sofreu o traumatismo vertebromedular no dia 28 de Novembro, depois de se ter lançado de cabeça, através de um escorrega, para um pequeno lago em forma de banheira, que continha palha e água.”- Fonte

28 de Novembro de 2007 – No mesmo dia do acidente de Coimbra – Escola Superior Agrária de Elvas“Estudante fica paraplégicoNo mesmo dia, em Elvas, também no contexto das actividades de recepção ao caloiro, João Pedro Farinha, estudante do 1º ano na Escola Superior Agrária de Elvas, após o “tradicional” rally tascas, terá sofrido uma queda de uma altura de 20 metros, perante o olhar atónito dos seus colegas.” – Fonte1 e Fonte2 Etc… Etc…Etc…

» Site Francês de casos de violência nas Praxes praticadas nas Universidades Francesas: Comité Nacional Contre le Bizutage

» Site Espanhol de casos de violência nas praxes praticadas nas Universidades Espanholas: Novatadas NO

E se ainda estão com dúvidas quanto às intenções e origens das praxes académicas, tomem lá mais isto e acordem de uma vez por todas da vossa hipnose colectiva !!!

c

A Verdadeira Origem das Insígnias da Praxe Académica, a Caveira e os restantes objectos em cruz. Estudantes Universitários membros da Sociedade Secreta Americana Skull and Bones da qual George W. Bush, o conhecido Psicopata Terrorista, faz parte!

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Skull and Bones, Chapter 322 – a Caveira e os restantes objectos em cruz

Skull and Bones, traduzido, a Caveira e os Ossos, conhecida por “Chapter 322” é o símbolo de uma das mais polémicas sociedade secretas Americanas, devido aos seus ritos macabros e os seus membros serem politicamente conhecidos, que fazem parte desse grupinho de psicopatas.

São estes deficientes mentais que estão por detrás da Agenda Comuno-Maoísta-Globalista de um Único Governo Mundial, dos illuminati, do satanismo e das repúblicas maçónico-satânicas como a de Portugal, representada com uma gaja nua, com as folhas de louro de Júlio César na cabeça e com as mamas à mostra, paganismo, satanismo, tal como nas Universidades, as praxes e semanas académicas incitam os caloiros a adoptar essas práticas de vida em que muitas vezes os caloiros acabam em coma alcoólica e mais preocupados com as noites de bebedeira e ócio do que com o estudo!

O nome Geronimo em cima da caveira, existem fortes suspeitas que se trata da caveira de um antigo guerreiro Nativo Americano da Comunidade Apache, de seu nome Geronimo, que lutou pela defesa das terras e comunidades nativas americanas Apache, contra soldados americanos e mexicanos durante vários anos.

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Geronimo – June 16, 1829 – February 17, 1909

Em 2009, os descendentes de Geronimo processaram a sociedade skull and bones e os seus membros da Yale University, alegando que a caveira e os restantes pertences de Geronimo foram roubados pelo avô de George W. Bush’s, Prescott Bush, e outros membros da skull and bones, após a exumação do próprio corpo de Geronimo num conhecido cemitério de Nativos Americanos nos Estados Unidos, “Apache Indian Prisoner of War Cemetery”, “Cemitério de Prisioneiros de Guerra dos Índios Apache”, em 1918. Informações sobre este assunto aqui.

A coroa com folhas de louro e o barrete frígio, VERMELHO (China-Comunismo), usado na Efígie da República Portuguesa, criado pelos republicanos e que simboliza a liberdade, a liberdade deles fazerem o que quiserem quando lhes apetece com quem lhes apetecer, sem prestar contas a ninguém e muito menos obedecer a valores e princípios morais e de senso-comum, violando constantemente os Direitos Humanos! Tal como se faz na China, e tal como se fazia na Roma e Grécia Antiga, durante o tempo do paganismo Báquico e Dioníso, um tempo de abundâncias e exageros alimentares e sexuais, de orgias e banquetes, a época que serve de inspiração aos burgueses republicanos, que obedecem não às Leis de Deus mas sim às do seu imperador do império romano, Júlio César.

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A Coroa de Louros de Júlio César, foi daqui que veio a tradição da Coroa nos Jogos Olímpicos e a expressão “ficar com os louros”. Segundo historiadores, na realidade ele usava-a por vaidade porque estava a ficar careca e tinha vergonha!

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Júlio César a usar o manto vermelho e a Coroa de Louros

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Efígie da República Portuguesa. O Manto vermelho e a coroa de louros de Júlio César e o Barrete frígio, VERMELHO (China-Comunismo). O corpo de uma Mulher com os seios à mostra e com uma fita verde a segurar o manto vermelho na parte da vagina. A fita verde representa a serpente e o vermelho o apego carnal (1º chakra). A combinação do vermelho, verde e preto, são as cores da maçonaria-carbonária, castanho, o modelo subtrativo das cores e não aditivo, porque eles sugam a Luz, não a partilham, sistema pirâmidal, não geocêntrico!

No século 18, como podem muito bem ler no “The Manuale Scholarium” especialmente a partir da página 24, neste manual, consegue-se ler as barbaridades que estes “intelectuais” faziam com os povos rurais, que hoje chamam de caloiros, eles consideravam-nos criaturas monstruosas, bestas, que nem sequer olhar e tocar neles conseguiam, pensavam que ficavam infectados com alguma doença, porque esses caloiros vinham de zonas rurais, do meio da natureza e apresentavam cabelos longos, unhas grandes, cheiravam naturalmente a Seres-Humanos com as suas próprias feromonas corporais e não a perfumes industriais.

Por isso é que é costume nas praxes, brincarem com as unhas e com as mãos dos caloiros, e cortarem-lhes o cabelo. Porque isso fazia-se antigamente, os “mestres” intelectuais todos limpinhos e a disfarçar o seu cheio de merda com químicos a que dão o nome de perfume, e com os seus fatos pretos, cartolas pretas de mágico e gravatas pretas, esses são os homens de negro (men-in-black) que nos iniciam a esquecer quem nós somos de verdade, as nossas origens, o nosso lado natural e selvagem, para adoptarmos uma máscara imposta por eles, de obediência e não de pensamento próprio, de imitação e não de genuinidade, de prostituição de corpo e de alma, e não de pureza e de fidelidade aos nossos princípios e valores! Por isso termos como tradição os trajes pretos! A cor pigmento preto, é a absorção de todas as outras cores, de todos os espectros de cor, é o consumir das outras cores, é o inverso da Cor Luz, do Branco!

O corte do cabelo é considerado em muitas culturas ancestrais, como um corte da sua ligação com o Divino, é uma ofensa e uma agressão tremenda! Os Povos Nativos, os Samurais, os Vikings, os Celtas, todos eles consideravam os cabelos como fios condutores, antenas, capazes de canalizar outras dimensões e comunicar telepaticamente com outras pessoas e civilizações fora do nosso sistema solar!

Os portugueses são uma população de base mediterrânica e, portanto, a ocorrência de cabelos loiros é menos expressiva, tendo a maioria da população cabelo castanho escuro a castanho claro. No entanto, há uma ocorrência relativamente expressiva de cabelos louros entre os nativos do norte de Portugal. Com efeito, nas regiões de Minho, Trás os Montes, Douro Litoral e Beira Alta, devido a uma maior influência celta e germânica, há a ocorrência de cabelos claros maior que no resto do País.

As praxes não existem em todos os Países, e é uma prática Universitária típicamente Portuguesa, apesar de existir também em Países como a França (País Maçónico) pelo nome de bizutage, e claro está nos Estados Unidos (País Maçónico) pelo nome de initiaton (iniciação maçónica).

Em Países nórdicos como na Alemanha, existem algumas práticas Universitárias mas que não são praxes, e muito menos meios de humilhação mas sim de boas-vindas e de acolhimento, pois só assim alguém se consegue integrar no meio académico, são precisamente o contrário das praxes medievais de humilhação para com os novos estudantes que provêm de meios rurais, que se praticam em Países Maçónicos como é o caso de Portugal. Algumas destas práticas Univesitárias Alemãs consistem numa série de viagens que os estudantes fazem aos meios rurais uns dos outros, para conhecerem as suas regiões e culturas e assim trocarem conhecimento cultural entre uns e outros. Completamente o contrário do que se pratica em Portugal. Em Portugal, não só estão-se pouco a cagar para a tua região, como ainda  és gozado e humilhado a torto e a direito e és obrigado a esquecer as tuas origens e passar a ter uma vida de ócio, bebedeira, drogas e rock’n’roll!

Porque a ideia principal é essa: Humilhar quem vem de zonas rurais, em contacto e sintonia com a Natureza, com a inteligência dentro de si, e inteligência não significa intelectualidade. Inteligência vem da composição de duas palavras: Intelli, ser capaz de ler e compreender, e Gence, de Gen, Origem, a Natureza e o Cosmos. Na idade medieval os intelectuais gozavam e sentiam nojo de quem vinha dos campos, das zonas rurais, consideravam-nos monstros, bestas, é daqui que vem a palavra besta que dão aos caloiros, como está muito bem descrito no “THE MANUALE SCHOLARIUM”.

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The Manuale Scholarium – Século 19, ano 1868

Estes “intelectuais” nessa época medieval são aquilo que hoje temos como associações académicas, tão académicos e intelectuais que eles são que muitos demoram décadas a acabar um Curso de 5 anos, mas tornam-se “mestres” na arte de praxar. É um pouco como a classe burguesa empresarial portuguesa, têm a 4 classe, mas são “mestres” em dar ordens e humilhar a População Portuguesa que trabalha para eles!

No fundo, as praxes são o reflexo da sociedade Portuguesa, ou melhor ainda, são rituais de iniciação para nos tornarmos iguais ou cúmplices dessa sociedade de merda, de “mestres” de obras feitas que nem uma pedra conseguem levantar e que não fazem a mínima o que é Geometria Sagrada e Proporção Áurea aplicada nas construções, chegam mesmo a destruir Património Histórico Nacional, porque só lhes interessa uma coisa: $&€, nada mais interessa a esses “mestres” de colhões na boca! O Bem-Estar Populacional está sempre em último lugar para esses “mestres” e para os seus aprendizes, que depois de ler isto, serão também cúmplices, porque já sabem como todo o esquema funciona!

O esquema é simples, é só olhar para a pirâmide. No topo, criam-se “mestres” intelectuais que demoram décadas a acabar cursos de 5 anos e que não sabem o que significa “dura lex, sed latex”, e na base, os escravos, obrigando-os a obedecer a um “mestre”, tal como as regras da sociedade actual, dando-lhes uma falsa liberdade, a liberdade (aos caloiros / escravos), de escolher o seu “mestre”, um repetente académico com a cabeça oca e de copo na mão direita e penico na mão esquerda.

É uma forma de preparem os estudantes para o que vão ter no mercado de trabalho, humilhação, escravidão, prostituição para com os seus “mestres” se querem subir e ser alguma coisa na vida, porque nesta sociedade de merda o que interessa não é o quanto sabes e o quanto talento tens, é o quanto dinheiro tens e queres ter!. Engraçada essa frase a que nos habituaram não é? “Para seres alguma coisa na vida tens de te vender e obedecer! Alguma coisa? Nós somos uma coisa ou somos Seres-Humanos? Essa frase não podia estar mais certa e nós nunca pensamos nesses pequenos pormenores. Claro que para sermos uma coisa temos de nos sujeitar, obedecer sem questionar, vender a nossa Alma, pois tu só te tornas numa coisa se não tiveres Alma, porque se tens Alma és um Ser-Humano, se não a tens és uma coisa!

Desde que nascemos somos Seres-Humanos capazes de pensar, de aprender, de ensinar, de sentir, de conviver, de sorrir, de chorar, de amar, de procriar, e NINGUÉM nem nenhum “mestre das cuecas rotas e copo na mão” precisa de nos ensinar isso, porque isso é algo intrínseco, que já nasce com cada um de nós! Podemo-nos esquecer disso (homens de negro), mas nada nem ninguém nos retira isso! Agora… Ser uma coisa? Isso é diferente. Porque para nos tornarmos numa coisa e esquecermo-nos Quem Somos, aí sim, temos de nos deixar humilhar, obedecer sem questionar, vender a nossa capacidade de pensar e sentir, a Alma! No fundo é isso que eles querem: impedir-nos da maior Dádiva que nos foi dada antes de descermos a este Planeta: O Sentimento e o Livre Arbítrio!

As Associações Académicas comportam-se como a máfia, aliás, eles são uma máfia, até baptizam os caloiros de afilhados, pelos padrinhos e madrinhas, tal como na máfia. E se recusas, estás feito, fazem-te a vida negra, obrigam-te a assinar a declaração anti-praxe e sempre que podem, impedem-te de qualquer relacionamento e convívio com outros estudantes!

No fundo, como li num blog, as praxes são assim uma espécie de grupo de gajos e gajas frustradas que como não têm coragem de ser amáveis, prestáveis, humildes e simples, e por isso não conseguem namorar nem conviver naturalmente, decidem projectar nos outros, nos simples, que conseguem namorar e conviver naturalmente, toda essa frustração e sentimento de inferioridade, em vez de se mudarem a si próprios! Preferem elevar-se e cair do topo, do que caírem logo em si mesmos e sentirem-se como naturalmente são, simples.

Ao contrário do que esses “mestres” sabichões que demoram décadas a acabar um curso de 5 anos mas que gostam de ser chamados de “Dux”, “Grãos Mestres”, e que escrevem em blogs a dizer que sabem tudo de praxes e que a praxis é de origem do século XX e que os outros são uma merda que não sabem nada, a praxe tem origens na época medieval, uma época de obscurantismo, de trevas, de paganismos e feitiçarias, de chacotas em praça pública pela burguesia para com os pobres e miseráveis, de bestas intelectuais no topo da pirâmide e de servos inteligentes na base a sustentar todo o sistema. Uma época medieval que a elite cabal nos quer novamente inserir, impedindo-nos de entrar numa Nova Era Espiritual, com um novo alinhamento galáctico, em que deixamos de ser influenciados pelas energias negativas de Orion!

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