Trás- os- Montes e os Libertários. Encontro em Izeda… anos 90

 

 

Encontrei  este jornal em casa de um amigo. Resolvi passar para digital:

A Infos portugal; Recortes Malditos & Comunicações, nº10-9º ano – Novembro de 1997

Os Libertários em Trás- os- Montes

izeda

Que contêm pequenas histórias de acampamentos do passado e como sem nada ter veio por Terra a arribar às cercarias de Bragança. Que  relata e regista impressões de mais um acampamento e encontro anárquico para gáudio dos partidários da ANARQUIA, tormento dos poderosos e raiva dos invejosos.

Memórias de outros acampamentos anárquicos    memorias

1º – O acampamento libertário de 1981 foi um acampamento nómada. O local de encontro foi o festival de Vilar de Mouros onde escolhido o local do nosso acampamento erguemos a bandeira negra da anarquia. Depois, distribuímos panfletos e montámos banca de vendas de livros e brochuras para todos os campistas do festival. Organizámos um “Fumicío!”. O Primeiro deste País! Todos os utentes foram convidados a exibirem publicamente o seu direito a usufruírem do seu corpo e particularmente, a consumirem livremente cânhamo. “ Meus vamos todos dar umas passas! – às 15 horas junto do Moinho Velho”,  este título do comunicado -convocatória que somente o antigo jornal “O Sete” publicou extractos a presença anárquica em Vilar de Mouros.

Partimos no último dia do festival de música sem nos esquecermos de deixar claro o que pensámos das tarifas monetárias estabelecidas. E, uma vez que impossibilitavam a entrada a muitos “tesos” no recinto onde as bandas de música actuavam, resolvemos alguns de nós, levar à prática alguns métodos para entramos todos “ à borla”. Objectivo que conseguimos. Partimos em Direcção a Miranda do Douro em caravana automóvel (e também moto). Pelo caminho foi distribuída propaganda e foram feitas “pichagens”. Acampámos em Miranda do Douro no jardim da cidade e juntámos festa anti-nuclear organizada pelo grupo ecológico do Porto “Terra Viva”. Com colóquio, festa, actuação dos pauliteiros de Miranda, grupos populares do Porto e uma animação pouco habitual na cidade. Presentes, pessoas do Porto, Leiria, Coimbra, Miranda, Salamanca, Zamora e Lisboa. A 13 e 14 tinha havido uma marcha anti nuclear em Salamanca.

No fim da festa contra a central nuclear de Sayago, o acampamento libertário nómada partiu para Izeda. Acampámos durante alguns dias e neste local se dissolveu. Este foi o primeiro acampamento libertário depois da abrilada. Não houve convites públicos, foi uma iniciativa dos anarquistas do Ateneu Libertário de Leiria, de Coimbra e do grupo anarquista “Germinal” de Vila do Conde.

2. O segundo acampamento libertário foi em S. Jacinto- Aveiro 1984 da iniciativa daqueles que tinham realizado o anterior, foi o primeiro a ser “organizado com alguma antecipação; sofreu, no entanto, com a falta de experiência em iniciativas do género e por outro lado com a inexistência duma ideia em relação ao número de presenças… Por tudo isto só foi assegurado o mínimo de relações às condições do local em que se realizaria a iniciativa; também, quando a manifestações paralelas tudo ficou pelo ar, já que a falta de previsão das presenças de projectos concretos. Com todas estas faltas, acabaram no entanto por passar pelo Campo 50 companheiros entre portugueses, espanhóis, franceses e alemães; numero um quanto escasso tendo em conta que grande numero dos companheiros portugueses se manteve laconicamente ausente, ao lado dos que afirmando o seu interesse na realização acabaram por não aparecer.

De tudo ficou, no entanto, um convívio agradável entre os companheiros presentes; algumas discussões interessantes e uns banhos de mar bastante acidentados. Valeu a pena? Parece que sim, poucas são as vezes que nos encontramos e convivemos, por isso todas estas realizações compensam sempre e são uma alternativa às muito divulgadas férias de funcionários públicos: a dois e no Algarve…”. ( “À Margem” boletim de informação anarquista, nr. 2 1984.

3º No ano seguinte, 1985, o Coletivo Parreirinha de Silves que tinha estado presente em S, Jacinto recebeu do Algarve o terceiro acampamento libertário. Houve debates, discussões, convívio. No entanto não correu nada bem. Por um lado por via das verdades absolutas que alguns participantes deram mostra e por outro lado, como o colectivo anfitrião não fumava nem bebia álcool quiseram estender esta medida a todos os participantes, O resultado foi desentendimentos e prática de fumo e de consumo de álcool clandestina. Assim, os debates e discussões foram pouco positivos já que predominava um pensamento autocrático ao bom estilo maoista. Houve, no entanto, um Work Shop sobre o corpo e a sexualidade muito interessante, organizado por companheiros e companheiras de Barcelona. Outro aspecto positivo foi o exemplo prático que todos puderam observar: a transformação feita pelo colectivo Parreirinha duma terra outrora árida numa terra povoada por bonitos legumes e árvores de fruto. Resultado do muito esforço e sabedoria daqueles que abandonando a cidade e a sociedade de consumo para ali tinham ido viver.

O acampamento libertário; encontro anárquico Izeda 97

1º Foi o resumido antecedente que me levou primeiramente, a propor a sua repetição aos companheiros que há 16 anos atrás estiveram na sua origem e de seguida, a propor na assembleia geral da associação “A Vida” a realização do “Acampamento libertário – Encontro Anárquico 97” ( A.L.E. A. 97). Porque tendo vivido os factos narrados gostava que eles tivessem continuidade. Este tipo de realização permite o encontro e o convívio entre os libertários e também são espaço de existência e divulgação do ideal anárquico. Motivo suficiente para que não só os membros de “A Vida” bem como outros grupos e individualidades libertários tenham aderido a esta proposta.

Na sua sequência foi convocada uma reunião para o Porto no dia 15/4/97 com a presença de pessoas do Porto, Lisboa, Leiria, Coimbra, Izeda e Almada. Foi elaborado um programa provisório e constituídos grupos que se responsabilizaram pela coordenação de diferentes actividades, a levar à prática no encontro. Música, exposições, exibição de vídeos, infra-estruturas e divulgação do evento.

Ficou também decidida uma reunião em Coimbra para aferir os progressos e atrasos dos diferentes grupos de actividades.

No dia 24/5 reunimos em Coimbra. Presentes pessoas de Leiria, Aveiro, Lisboa, Coimbra, Izeda, Porto, e de S.Paulo, Brasil. Esta reunião não foi pacífica não só porque alguns dos participantes que estavam ali pela primeira vez não estavam a par do que já se tinha decidido na reunião do Porto como os que nela tinham participado não souberam informá-los correctamente. Pese estes mal entendidos a reunião destinada a coordenar as actividades a desenvolver, até ali aprovou o programa do A.L: 97 e deu andamento inclusive aos trambolhões, ao mesmo.

Com o programa do A.L.97 e o cartaz imprimido realizou-se, a 26/7 no Porto, uma reunião com pessoas do norte do país que se fez o ponto de situação e que, entre outras coisas, permitiu juntar entre outras coisas, permitiu juntar entre todos os presentes o “vil metal” necessário para pagar as contas da impressão dos cartazes.

Entretanto em Izeda estava assegurado o local do Camping, a Casa do Povo para a realização de debates e a exibição de filmes e material de apoio ao festival de música.

Foi distribuída propaganda por todo o país, através de amigos e companheiros  e Internet.

Seguramente a preparação do A.L.-E:A. 27 não foi exemplar. È necessário talvez que as pessoas não tenham ideias estereotipadas da ação libertária, é necessário que as pessoas tenham ouvidos, umas para as outras, de modo a aproximarem-se do outro, é necessária que as pessoas tenham ouvidos, umas para as outras, de modo a aproximarem-se do outro, é necessário que as pessoas tenham ouvidos, umas para as outras, de modo a aproximarem-se  do outro, é necessário respeitarem-se mutuamente e será necessário dar para a concretização desta realização ( e uma vez que se dizem responsabilizar por esta ou aquela atividade, cumprir, é o mínimo que se exige). O princípio, a meu ver, da constituição de grupos ou de grupos já existentes acráticos que se responsabilizam pela realização das atividades e acontecer durante os dias do Camping é um método suficiente desde que seja assumida com vontade. O que significará colocar em prática a gestão direta e a cooperação entre todos os interessados.

G) Dia 27 não se efetuou o passeio pela região. Contrariamente aos outros acampamentos realizados, este tinha sido difundido pela imprensa oficial, rádios nacionais e regionais e pasme-se o diabo lá nos infernos, até as tv´s noticiaram o acontecimento. Tudo isto gerou alguma polémica, tendo-se determinado que os jornalistas só podiam tirar fotografias e filmar aqueles que nisso estivessem interessados. Foi escrita uma frase de Karl Kraus em letras grandes e que foi afixada à entrada do local do acampamento: “O serviço militar dos poetas é o seu ingresso no jornalismo”. Os membros da Associação Viva que se encontravam presentes tinham acordado em nomear o José Maria para falar, enquanto representante da Associação, com os jornalistas. Situação que foi alterada uma única vez, numa entrevista à TVI dada pelo autor destas linhas, aliás a única entrevista que prestei e que acabou por não ser divulgada, devido à morte de Diana que invadiu os noticiários. Entretanto nada, nem ninguém impediu que outros membros da Associação, bem como qualquer pessoa que ali estava realizando e vivendo o acontecimento falasse para os jornais, para a Rádio ou televisão, se fosse essa a sua vontade.  O que veio a acontecer.

Posto de lado o passeio de propaganda pela região, houve um debate agitado, nada de interessante, mas informativo sobre: A situação social e movimento libertário Internacional. E mais um vídeo em péssimas condições sonoras sobre torturas feitas em animais. Entretanto o convívio entre os participantes afirmava-se  e dava origem a muitas trocas de opiniões, contactos e experiências. Já há dias que existiam duas cozinhas colectivas: uma vegetariana e outra carnívora.

H) Dia 28 houve um debate sobre: Eleições. Participado mas   pouco interessante na exposição e na discussão de alternativas. À noite no acampamento houve um debate sobre sexualidade proposto pela Fani, rico e animado. A chuva intensa que caiu sobre o acampamento obrigou a arranjos e reparação de estragos.

I) Dia 29 estava programado para as 18 horas um debate: modus operandi de resistência e acção directa!, que começou tarde via de uma espontânea e para o fim tumultuosa reunião marcada anteriormente e que discutiu formas de coordenar. (O texto que esteva na base do debate: modus operandi: Assalto ao Mundo Dominante foi publicado na Utopia nº6. À noite houve uma das duas performances programadas: “Conferência sobre” do Pacheco do Porto. Devido ao atraso com que começou já não foi possível realizar outra das performances. A Bem da Nação o Candidato da Tesão. Fica para a próxima.

J) No dia 30 foi o dia da realização do festival da música com os X Tema, os Sarna e os Intervenzione. Foi som a valer. Veio pessoal punk de todas as comarcas. E a noite foi agradável. Só um senão. O festival de música devia ter sido realizado ao ar livre e um bom PA é imprescindível nestas ocasiões. Por outro lado, podia ser feita uma produção especifica deste festival, auto – gestionadamente, pois! Feita pelos próprios músicos. O festival de musica acabou às viva a anarquia. ( Os comunistas que se cuidem que a anarquia é punk e os anárquicos estão fora de todos os tachos, upa.)

K) E no dia 31 chegou ao fim do acampamento libertário/encontro anárquico de Azeda, essa terra de locais bonitos e de uma vida dura. Vida dura para aqueles que do seu trabalho têm que tirar rendimentos necessários para se viver com dignidade. E Izeda esquecida no meio do nordeste transmontano sofre as longas penas da interioridade e da exclusão, têm de usar muito para o conseguir.

Pessoal de Izeda: Izeda morena, o povo é quem mais ordena! Dentro de ti, ó Vila, o povo é quem mais ordena!

Vamos repetir a experiência em 1999?

O Povão anarquico que decida. Este acampamento valeu mas, temos que melhorar muitos dos seus aspectos para que os dissabores neste ocorrido sejam superados. E, Depois realizá-lo para afirmar o modo de ser anárquico, fora de qualquer ismo abrasador que coerciva a anarquia tão necessária para a humanidade.

2) A construção das “estruturas” necessárias à realização do acampamento foram iniciadas pelo A. com a abertura de uma fossa para os sanitários, a instalação de um carro tanque de água e uma tenda para albergar a cozinha colectiva. Dois amigos de Vila do Conde cortaram as silvas dos muros. Chegámos, quatro pessoas vindas de Lisboa, na noite de 8 de Agosto, e começamos o A., a construção dos WC, chuveiros e diversos arranjos. Não havia luz o que dava à noite todo o seu esplendor, ouviam-se bizarros trinares de pássaros. A.S. E o M começaram a pintar e esboçaram-se as “bocas para afixar” pelo acampamento. No dia 14 à noite chegaram dois companheiros do Porto e as actividades de construção e preparação ganharam ritmo. A 16 recebemos por correio um comunicado bastante confuso do “Acção Direta” criticando a semente vegana e o acampamento libertário. Difundiu-se o mesmo e afixamo-lo no Placar dos Recados, contactos e informações que se encontrava à entrada do acampamento. No dia 18 vieram dois companheiros do Porto da Casa Ocupada, 3 companheiros de Frankfurt, 1 de Vila Real e 3 de Lisboa. No dia seguinte mais mais 2 do Porto, de Paris e de Torres Vedras. O que permitiu, com a ajuda de amigos de Izeda, ultimar os arranjos para o dia 21. Obtivemos luz e água por via da cedência das mesmas feitas pelos habitantes da terra que nos ofereceram também fruta e nos emprestaram cabos, terrenos e tanques para a água. De resto existia só convivência entre os “forasteiros” e a população. A Casa do Povo, uma associação de carácter popular, foi arranjada de modo a poder albergar os debates e as secções de filmes.

A fase de construção e preparação do acampamento acabou por ficar a dever-se à caloirice voluntária de 4 ou 5. Para a próxima vez, neste aspecto, seria bom constituir desde logo, uma equipa de carolas folgazões, divertidos e  activos para prepararem todo o necessário para a realização do evento.

3) No dia da abertura do acampamento chegaram companheiros de Lisboa e do Porto. Fez-se a assembleia do acampamento que organizou tarefas e foi criado um colectivo para a cozinha revogável e demissionáveis a todo o momento. Esta assembleia foi marcada, no entanto a incapacidade e falta de hábito dos presentes. Não estamos juntos muitas vezes. Essa verdade. Teremos de aproveitar estas oportunidades para pormos em prática a gestão directa entre iguais. As “bocas” pelo acampamento foram ultimadas: Saneamento básico da classe dirigente! Anarco-individualistas excluídos desde 1886. Uni-vos individualmente! Deite o seu televisor no lixo! Não é proibido sonhar! Fode o trabalho antes que ele te foda a ti!, Anarquia é melhor! Todos iguais. Todos animais! Ne travailez jamais! Entre outras de letras mais pequenas escritas na parede de madeira dos sanitários.

b) No dia 22 chegaram pessoas do Porto, Viana do Castelo, Costa da Caparica, Lisboa e Braga. Deu-se a abertura da exposição de livros e publicações libertárias na Casa do Povo. À noite passou o documentário ” Memória Subversiva” – história do movimento sindicalista e anarquista em Portugal. 1910/1975 com a presença não somente dos “campistas” mas também da população de Izeda. O debate sobre Os Anarquismos e o Movimento Libertário acabou por não se realizar devido à hora tardia em que acabou a transmissão do vídeo.

c) No dia 23 vieram pessoas de Barcelona, de Marselha, de Leiria, do Porto e das juventudes libertárias da CNT de Zamora. O passeio programado ao rio Sabor não se efectuou por falta de participantes nisso interessados. O andar à deriva já tinha começado antes mesmo do dia anunciado. Houve o vídeo de Noam Chomsky bastante bom mas visionado em más condições sonoras por via dos meios técnicos que disponhamos. Este problema existiu aliás em todas as sessões que foram feitas. Só seria possível superar esta falha se para tal dispuséssemos de meios eficazes e tal não aconteceu. À noite no acampamento houve animada conversa.

d) No dia 24 chegou “pessoal” de Almada, da Galiza, de Lisboa, das aldeias da Lousã, de Bragança, de Madri e de Zamora. Pela manhã houve actividades à deriva e á tarde continuou a exposição de livros, um debate sobre Novas Tecnologias e Organização do Trabalho, tendo como orador o José Faria. Foi um debate com um discurso morno e cronológico com intervenções interessantes da assistência que não passou das 30 pessoas. À noite um filme: A Patagónia Rebelde de Osvaldo Bayer.

e) No dia 25 foi inaugurada a exposição Dos Cobrimentos organizada pelo Herculano que por ter adoecido dias antes não pode estar presente. Foi notada a ausência deste companheiro no acampamento. Fez falta! Uma corrida a pé que estava para acontecer também não se efectuou. A corrida chamava-se “corrida do imbecil” com ponto de partida mas sem ponto de chegada. ( Herculano, para a próxima temos de realizar esta corrida!). À noite houve um debate sobre “Os descobrimentos e a expo 98” tendo como animador Júlio Henriques que também promoveu com outro amigo, uma performance poética e musical alusiva ao tema.

f) No dia 26, sempre com pessoa chegando ao acampamento, continuaram as actividades à deriva e a exposição dos Cobrimentos. Houve mais um debate, desta feita sobre Marginalidade e passou mais um vídeo.

cambedo

(memória) A Batalha de Cambedo, Trás-os-Montes (20 de Dezembro de 1946). Link filme

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4 respostas a Trás- os- Montes e os Libertários. Encontro em Izeda… anos 90

  1. Leandro Veiga diz:

    Também participei no evento em Izeda, tinha apenas dois anos.

    • Eu não Partecipei. Encontrei a zine do evento em casa de um Amigo e decidi por em digital… não tinha conhecimento… Já vivi em Trás os Montes, já estive em Izeda… Era interresante fazer algo parecido novamente em terras do planalto… quem sabe

    • boas Leandro, consegues testemunhos, ou fotos…
      era interessante reviver o que passou e passar ás gerações de hoje. Vives no planalto?

      abraços…

      • Leandro Veiga diz:

        Vivo mesmo em Izeda o meu pai, o dito A. foi quem forneceu o terreno para o acampamento, ele pode dar testemunhos. Fotos não tenho…. mas já consegui encontrar algumas na net.

        De momento só encontrei essa… Mas já vi do terreno, como estava na data e na casa do povo onde deram uns concertos acho que era isso.

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