Primitivismo VS Jason Godesky ( o roubo religioso (ciência) do mundo natural!)

Jason Godesky, cristão primitivista ou não? Licenciado em Antropologia e Ciência de Computador, Fundador de tribos fala dos problemas e beneficios do primitivismo.

Jason é mais um exemplo dos muitos amantes da solução sustentável eterna mundial através da ciência e tecnologia avançada.

O pdf abaixo ao qual chamámos Primitivismo VS Jason Godesky é um trabalho que fez sobre primitivismo,  fala de questões reais, com “soluções” religiosas e cientificas. Quem procura saber sobre primitivismo encontra rápidamente a religião como primeiro muro e a ciência como arape farpado, os dois mantendo o individuo e as tribos aprisionados num sistema histórico de massas e em constante confronto.  As ligações esotéricas do primitivismo podem ser encontradas no Nacional Socialismo, No Budismo, Hinduismo, Maçonarias,  e outras crenças universais. A Ciência ( e a religião) estão presentes em todas. Um problema para os que acreditam que o homem natural saúdável não têm deuses, “doutores” ou fronteiras.

Primitivismo VS Jason Godesky

Tentaremos fazer um resumo curto através das ideias anarco-primitivistas  e partilhamos a nossa opinião:

Hoje para grande maioria dos primitivistas a tecnologia faz parte do seu dia a dia. A discussão sobre a linha que separa evolução natural e tecnologia e sua utilização deve ser debatida entre primitivistas e comunidades naturistas. Agora sobre a tecnologia “moderna” que nos mantêm às voltas numa “roda eterna” e natural e como tema de discussão publica defendemos que nascemos porque através de acto natural, as nossas mães germinaram-nos deram-nos vida,e a ciência através da tecnologia apoderou-se de mais um escravo, com numero e desde muito cedo somos feitos toxicodependentes das suas medicações e interligados ao mundo tecnológico para manter e disfarçar os danos que a própria tecnologia criada pela ciência (religião) vêm criando há milénios, desde que a primeira ferramenta de ataque deferiu o seu primeiro golpe, levou a criar ferramentas de defesa mais poderosas para “medicina forçada” (inicio das guerras, primeira talvez a caça), depois uma de ataque defesa mais poderosa que a defesa e por ai a rodar até aos dias de hoje, esperando não parar pela eternidade. O presente escravo do futuro, enquanto devia ser o futuro a esperar pela criação do presente, da realidade, do indivíduo! Muitos dos queriam ir ( não fugir) para a natureza não o podem fazer porque ou existem zonas selvagens ( sem permacultura, sedentarismo, etc) ao seu alcance, ou têm noção de que se não se travar resistindo e confrontando a civilização, um dia seriamos seu prisioneiros como os índios, ou campos de refugiados. Que os seus venenos e produções/construções ( da civilização), sementes transgénicas e pressão social e psicológica para comunidades que recusem utilizar por completo tecnologias que possam combater efetivamente o poder serão devastadoras talvez até à extinção do ultimo verdadeiro “ Ser Humano Natural” e o inicio do último elo que nos mantinha como indevidos e talvez espécie como parte da natureza. A vida não precisa de nós, nós é que precisamos na vida. Como o Xama se entrega para receber as curas, os guerreiros se entregam para existam espaço para os curandeiros. A defesa das selvas, dos animais, da água, e dos minerais deve ser a primeira prioridade do qualquer dos seus elementos, onde nós nos incluímos. Não vamos par as selvas porque no futuro existam para se poder viver por lá.

Como acreditamos que nos devemos regular como parte da natureza, na morte devemos aceita-la como todos os outros seres, com o sentido que não existem culpados. Agora, não vivemos num mundo natural, o nosso bem estar depende da tecnologia, desde a primeira injeção, até para nos deslocarmos como cidadãos “livres”. Temos aversão à sociedade como tal, um sistema social de aglomerado e “sedentário”, onde para a sua existência a natureza, incluindo nós, humanos, somos bens com benefícios ou dispensáveis.Rejeitamos o progresso, e toda a estrutura que o apoia, seja esotérica, materialista, física ou química, valores das ciência e da religião. Consideramos violência tanto a exploração física, como mental, como esotérica ou religiosa.

Os indivíduos matam-se, roubam-se, mutilam-se, exploram-se, violam-se, agridem-se, ofendem-se, unem-se, amam-se, glorificar-se, mas muitos não se reconhecem como tal… indivíduos!

Programados para nos “integramo-nos” no bem comum, desumanizamo-nos e tornamo-nos parte de um tudo, mais importante que nós, maior que as nossas necessidades, maiores que nosso querer, afastando-nos da ligação à natureza.

Muitos indivíduos vão morrer no próximo milénio, muito, muito poucos não morrerão devido à ciência ou religião. Como, depende de cada um.

O primitivismo para nós é uma resposta a todos os problemas do mundo natural ( natureza), um caminho e uma ideia, onde a diferença fará parte, mas a equidade terá de ser respeitada, para que os mesmos erros não se voltem a repetir. Uma resposta longe das várias utopias socialistas (civilização), onde algumas como reação devem ser respeitadas e louvadas, mas não podem ser aceites como solução para que a equidade entre seres para que a terra se mantenha equilibrada.

Muitos exemplos ao longo dos tempos mostram que muitas das soluções que hoje se apresentam para selecionar os problemas mundiais, são preparadas há muito e não são criadas para libertar mas para manter. Zeitgeist, The Trive, Nova Ordem Mundial, são disso exemplo. Que as escolas não nos querem a criar mas a obedecer a ideias imperialistas, hierárquicas, progressistas e conservadoras. Noções como nos livros: 1984, Admirável Mundo Novo e muitos outros revelaram os dias de hoje e os de amanha, mas perece que vão passar de um aviso, para uma descrição histórica de como aceitamos ser escravos. Os exemplos podem ser vistos na história, Índios, Africanos, tribos europeias, povos do oriente, todos excluídos do Novo Mundo, a não ser que como aqueles que vão aceitando as regras sejam hoje como à 500 anos abraçados e salvos pela ciência, como o fez a religião no passado, e como muitos pedem para fazer de novo desta vez, unindo as duas. As prisões não se encontram só atrás grades, também, se encontram nos livros, nas escolas, nas instituições de solidariedade social, na civilização, na democracia. Há muitos, muitos anos foi decidido deixar de matar os adversários e inimigos para os utilizar como escravos na sua civilização.A história recente da Europa mostra claramente que esse sistema contiua a ser utilizado.

Hoje que sentes tu que fazem? Que sentes tu que se deve fazer?

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