Á procura da sociedade Tule, Atlantes, Lisboa, 1945

Quando se fala em racismo, quase sempre as pessoas param no sociedade nazy  alemã da II guerra. A ideia que foi Hitler que iniciou o racismo na europa e no mundo,e  que só os nazys o apoiavam é o que a história nos ensina. Mas a verdade é que antes de Hitler muitos já se faziam de superiores e  com a intenção de eliminar ou controlar a infeção na terra, iniciaram uma ideia, depois um plano e depois a execução que vem até aos nosso dias. São muitas “nações”. muitos credos, muitos deuses, pouca liberdade. As nossas escolas escondem, os nossos artistas participam, os nossos politicos rendem-se e o ódio, a procura dos deuses, a violência nas ruas, as guerras, a destruição, a exploração, as formação de caminhos angélicos e salvamentos para a próxima era de evolução passa pela eliminação de grande parte da população mundial em nome da raça ariana.

Conspiração em livros de história mundial, em revistas cultas , em relatórios comerciais e apoteoses religiosas, expostos nos museus, discutidos em assembleias, carecas como soldados de rua, fardas várias como um asilo. À espera do seu mundo puro, criam uma educação cultural de competição, indeferença, ódio e desculpa. Incrivel o que se encontra nas livrarias e feiras. Histórias para aprender como foi e deve ser sempre…

Esta coleção têm descrições incriveis dos primeiros “Descobridores, militares, cientistas” e racistas ao chegar ao Continente Negro, Pólos, Asia, e Américas. Escolhemos começar por este por mais uma vez nos cruzarmos com a sociedade Thule, (Tool, Tile, Tule) quando procuramos saber o que passou, que se passa e pode vir a passar no mundo.

Se não te interessa, devia:

Excertos de um livro onde se propaga a ideia da Atlantida e da necessidade de a redescobrir, através de conhecimentos ancestrais e pontos energéticos da terra, defendido por doutores, sábios e “grandes homens”. Defensores da civilização e de todos os seus efeitos, e onde só os mais “fortes” (mais puros) podem existir e dirigir a sociedade mundial, lembra-te alguma coisa?

Á procura de Tule. Edições Atlantes, lisboa.

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