Educação como Domesticação by Layla AbdelRahim

Educação como  Domesticação by Layla AbdelRahim

(Traduzido de: www.fifthestate.org)

Cadeia alimentar 2

Somos levados a pensar desde crianças que tudo no mundo existe numa cadeia alimentar como um “recurso” para ser consumido por aqueles mais acima na cadeia alimentar e actualmente como consumidor de “recursos” que são os mais baixos da hierarquia predatória. Também nos dizem que a vida selvagem é violenta com perigos morais e que a civilização poupou-nos uma existência cruel. Como crianças, vamos acreditar que avida na civilização é boa para nós, até mesmo indispensável para a nossa subrevivência.

A civilização de hoje, nomeadamente a Europeia Ocidental, deve a sua existência á Revolução Agrícula, que nasceu no Fértil Crescente com a domesticação de trigo no Médio Oriente cerca de 17,000 Antes de cristo – um evento seguido pela domesticação de cães na Ásia cerca de 12.000 A.C. e independentes civilizações paralelas na América do Norte cerca de 11.000 AC. Uma nova concepção de comida alimentou a praxis socio-ambiental ao levar alguns humanos a mudar as suas estratégias de subsistência daquelas baseadas numa concepção do ecossistema como selvagem ou que exista para seu próprio propósito suportando a diversidade da vida para ver o mundo como servo dos propósitos humanos, para ser manejada, privatizada, e consumida.

apoiocp5ab-130902155101-phpapp02-thumbnail-4Portanto, a civilização começou não simplesmente como uma revolução agrícula; em vez, a revolução ocorreu na conceção ontológica e monocultural do mundo como existir para servir o homem, criando a necessidade de tais conceitos como recursos, hierarquia, e trabalho. Porque a civilização tem raízes na apropriação dos alimentos e “recursos naturais” como também trabalho escravo ( cães, cavalos, vacas, mulheres, mineiros, agricultores, etc…), todas as nossas instituições inadvertidamente segue esta construção e as necessidades que foram geradas pela prespétiva monocultural. È por isso que toda a instituição contemporânea ou corporação têm um departamento de “Recursos humanos” e está acorrentado ao manuseamento, matança e proteção da propriedade dos recursos naturais e outros.

Todos, incluindo humanos, tornam-se “profissionais” e portanto divididos em géneros, ètnias, raças, e outras categorias especializadas em esferas especificas de trabalho, portanto caindo na definição de nichos da “cadeia alimentar”. A linguagem reflete esta categoria e naturaliza a opressão. Por exemplo, em línguas europeias, a humanidade confundida coma masculanidade. A palavra “mulher” permite-nos inconscientemente aceitar que a fiminalidade detêm um aspecto de humanidade que apaga a nossa (femea) animalidade excluindo a despersonalização de animais não humanos dos privilégios acordados para alguns animais (pequeno grupo de primatas) ao pertencer à “humanidade ”. Ao separar estas categorias de humanidade, animalidade, fiminilidade, machismo, raça, etnia, etc. , a linguagem põe um véu na essência racista e especista da civilização onde mulheres humanas e não humanas tem sido relegadas para uma classe especializada na produção de recursos não humanos e humanos.

especismo+y+usos+diferentesComo crianças, somos programados através da linguagem para aceitar o nosso lugar “ especial” e papeis no ciclo da repressão.Consequentemente, os africanos foram forçados a trabalhar em plantações e minas. A classe mais desposada e baixa da Europa era tornada servil. As vacas tornam-se “comida”, os cavalos para trabalho ou entretimento, animais selvagens exterminados ou caçados por desporto, só para mencionar alguns exemplos. Tal opção de culturas socio-ambientais ocorreram esporádicamente em sociedades humanas e não humanas durante a história da vida. No entanto, até ás civilizações Egípcias e do Médio Oriente conquistarem a Europa, este paradigma de subsistência baseado na exploração e consumo nunca atingiu a escala global que estamos a viver.

Ao crescer no Sudão, aprendi, tão cedo como no quinto ano, sobre a civilização através do curriculum britânico e, desde então, a zona de Tigres e Eufrades como também o Indus Valley capturaram a minha imaginação. No entanto, continuei com duvidas sobre a dissonância entre sentido profundo de felicidade e serenidade que experimentei na minha infância na presença do mundo selvagem e da aceitação na epistomologia civilizada que relata o mundo como inóspido para nós, onde a vida significa luta e sofrimento. Mesmo quando aceitando este sofrimento e luta até aos meus 20 anos, eu sabia lá no fundo que estando no mundo e no meu corpo era uma fonte incrível de alegria quando não submetida a decretos capitalistas, religiosos ou civilizados para obedecer aqueles acima na hierarquia da “cadeia alimentar” para trabalhar, explorar outros, e consumir.

Esta ligação entre comida, colonização e civilização esteve sempre articulada nos livros escolares como algo positivo, inteligente, e importante. Começando com o nosso curriculum escolar, escola obrigatória endotrinanos e faz coerção para que participemos neste processo de colonização.

Padrão_Descobrimentos_labels_(Western_side)

A colonização de sucesso depende da extensão pela qual os recursos domesticados são capazes de gerar valores excedentes  de produtos, serviços, ou carne para os donos/consumidores com o minimo de trabalho. Para o conseguir, aquele que domestica deve modificar o propósito de ser da vitima da vida selvagem por uma razão incondicional de que quem existe para trabalhar mais produtivamente em menor quantidade de tempo, no mais pequeno espaço possível, e com o menor gasto de energia possível. O domesticador deve também educar ou convencer os “recursos” que eles são recursos. Então a civilização começa com a modificação do interior ou ser domesticado. Quanto mais cedo este processo começa, melhor, preferivelmente á nascença e mesmo antes da concepção quando o próprio conceito de criança é construído no entendimento que a raison d’etre é servir a ordem social maior, abstrata e exterior chamada de “bem comum”. A civilização precisa e portanto criou um sistema de modificação do comportamento da criança por meios imposição sistemática de informação civilizada, lógica,e esquema, nomeando a: escola.

Um fisiologista anarquista soviético e diretor do Moscow laboratory for developmental physiology entre 1935 3 1978, Ilya Arshavsky, viu o mundo selvagem como um lugar de moral, porque o selvagem é guiado pela empatia e o conhecimento de que a vida deve florescer em diversidade para podermos viver saudáveis. O selvagem não tem outra opção do que colaborar com a diversidade e vida. A civilização, em contraste, diz Arshavky, é imoral, porque os civilizados acordaram entre eles o direito de escolher quem punir ou quem salvar, torturar ou não torturar, matar ou não matar. Mais importante, ele explica como o parentesco e a escola civilizada são responsáveis pela devastação ecológica, guerra, e outras formas de brutalidade contra animais e mundo selvagem. Não é um acidente, no entanto, que a educação civilizada toma lugar na esterelização da escola, onde as crianças são fechadas grande parte da sua vida, entre 4 paredes e são ensinadas través de tinta e outro tipo de media de como suceder ao trabalhar na civilização para reforçar a hierarquia.

frase-o-primeiro-sulco-aberto-na-terra-pelo-homem-selvagem-foi-o-primeiro-ato-de-civilizacao-alphonse-de-lamartine-91656images

Em qualquer escolar no mundo, com a excepção de animais de quinta ou enjaulados mantidos com o propósito de treinar as crianças na domesticação, as crianças são mantidas longe de outra espécie ou mesmo de diferentes grupos de idade e gerações de humanos. A estortura, sócio económica do espaço publico e da inequidade na distribuição de bens segrega as crianças alunas por classes mesmo nas escolas onde se fazem tentativas de misturar géneros, grupos étnicos e classes sócio económicas. De maneiras tingiveis, a escola assegura que é negada á criança a possibilidade de experimentar a vida fora das paredes ou atrás do limite da rede familiar, porque mesmo as relações familiares são secundárias relativas ao tempo que a criança passa na escola e para a importância colocada na escola. Portanto não aborvem real conhecimento de como mundo funciona ou sofre ou como o seu paradigma de subsistência na civilização causa sofrimento e morte a outros.

Anos de tal isolamento limita a habilidade da criança de se sentir ligada com outro humano ou não humano e leva-as a aceitar a ética enraizada na alienação, hostilidade com o selvagem, e ignorância. De facto, imortalidade, crueldade e ignorância constituem o feito mais proeminente da civilização, então é razoável que, seja esta agenda articulada ou não, as escolas trabalham para instalar estas qualidades em futuros “recursos humanos” e portanto competição, bullying, e outras formas de violência que crescem nas escolas hoje refletem esta fundação.

Em ontologias selvagens, seres nascem com o seu próprio propósito e prazeres de ser. A sua existência é então a sua raison détre própria. O facto de que seres selvagens continuem a existir sem ninguém os ensinar como o fazer demonstra que crianças humanas e não humanas estão preparadas para aprender a viver; e desde que eles não podem evoluir num ambiente a morrer, também aprendem que o melhor para os seres vivos é manter o equilíbrio na comunidade que é a vida. Esta epistemologia, ou caminho de nos conhecermos a nós próprios e ao mundo, está enraizada na premissa fundamental do selvagem: nomeadamente, se a vida aconteceu na terra é porque as condições eram favoráveis á vida e o mundo é bom para a vida, depois seres vivos, pela virtude de viver, sabe o que é melhor para ele. O melhor para os seres vivos é saúde, diversidade, e alegria.

slide-1-728

A aquisição de tal conhecimento requer presença e a capacidade de entender o estado emocional e experencional daqueles que partilham um espaço, um mundo. Como escreve Erica-irene Daes em nome do Working Group on Indigenous Population estabelecida em 1982 olhando para as pessoas onde a cultura de subsistência são baseadas em relações sócio ambientais selvagens e sustentáveis:

“ Os povos indígenas olham todos os produtos da mente humana e coração como interligados, e como se fluíssem da mesma fonte: as relações entre as pessoas e a sua terra, o seu kinship com outras criaturas vivas que partilham a sua terra, e com o mundo espiritual. Dado que a fonte de conhecimento e criatividade é a terra e si, e toda a arte e ciência de um povo são manifestações das mesmas relações…”

Indígenas_Reprodução

Nas sociedades selvagens esperasse que as crianças aprendam através de experimentação e interação com uma comunidade e família protetiva onde as crianças são encorajadas a tentar, testar, e experimentarsse a si próprios e o meio em redor.  Animais humanos e não humanos não domesticados permitem que as crianças desenvolvam os seus instintos e forçar relações bio diversas através da experiência, empatia, e auto realização, não interessa quanto obscura a auto realização possa parecer aos outros. Estes são exemplos anciãos que alastram a sociedade humana e de outras sociedades animais.O povo Semai de Malaya oferece-nos uma ilustração contemporânea de tal grau de parentesco e cultura infantil.

Como muitas outras sociedades indígenas pelo mundo, os Semai não impõem restrição se não em caso de violência ou jogos competitivos ou quando em resposta a perigo de vida emediato. Não incentivam as crianças a servir como também não praticam nenhuma forma de punição psicológica, moral, ou castigo físico da criança, porque vêem a criança como desejadora, e capaz de aprender simplesmente ao viver e gozar da proteção do amor incondêncional que a comunidade propiciona. Em tais sociedades, quando começam a gatinhar, as crianças assimilam a cultura de higiene e interação social, por exemplo, rapidamente aprendem onde ir á casa de banho sem livros, narrativas, ou ameaças de ostracisação. Eles também aprendem que qualquer expressão de crueldade, incluindo o consumo de animais que criam, não é parte de uma “ cadeia de comida natural”, mas constitui canibalismo e é parte de um contexto mais abrangente da violência que marca as relações civilizadas.

A pedagogia não pode então ter lugar no mundo selvagem. Só pode existir em sociedades civilizadas onde a intenção é integrar as crianças como futuros “recursos” numa hierarquia estabelecida de consumo ( ou esforço, trabalho, e vidas). Tal “integração” requer um sistema de educação que modifique o comportamento da criança, necessidades, e desejos. Isto é domesticação per se e requer a normal do propósito: a cadeia de comida pela qual tudo e todos supostamente existe. Pelo contrário na selva, onde é vital para a criança aprender a responder á mudança e diferentes inovações de maneira simbólica, na civilização, o controlo de o quê, quando e como as crianças aprendem constitui uma parte indispensável de um curriculum abstrato e fixo com a intenção de prepará-los para o trabalho em ambientes controlados e previsíveis produzindo e criando para a necessidade dos donos. A educação é portanto um sistema de domesticação que confia em  confinamento, isolamento, pensamento formulado, e linguagem representativa, no lugar de presença e experiência pessoal, onde o objetivo é irradiar idiossincrasia e em lugar disso inculte, pela dor e ausência de alimentação, o “conhecimento”, ou a noção que existimos não para nosso prazer, mas como um recurso de trabalho ou entretimento de alguem.

Tal modificação do propósito próprio e do eu torna-se o focus de relações inter generativas e constitui a maior experiência caracteristica da infância, durando, pelo menos, até á prematura idade de adulto, se não mais trade através da universidade e escolas de graduação. Esta prática vem da assumpção que a criança não aprenderá a viver ( na civilização) e servir outros como recurso a não ser que sejam forçados a aprender por ameaças e dor emocional e/ou física infligida sistematicamente. E claro, isto tudo uma precisa contenção, para as crianças saberem que existem para gozar avida, não para a torturar, não sofrer por ela, e não extingui-la. A resistência á domesticação sempre foi forte. Antes, demorava décadas para erradicar a vontade selvagem e dificilmente em qualquer  os animais humanos e não humanos tornar-se-ão ferais

Em respeito a isto, a comida está no nexus da domesticação, colonização, civilização, e educação, por isso constitui a fonte, o método, e a razão intrínseca da violência da civilização. Especialmente, a retração de comida e a introdução da fome é o método de treinar pessoas não humanas para servir os interesses da sociedade humana domesticadora. Os animais humanos são domesticados da mesma maneira, por ameaças de pobreza ou fome, no seu core, é sobre a retração de alimentação e que constitui o principal método pedagógico em treinar recursos humanos: as escolas utilizam grades e outras castigos físicos e psicológico para convencer recursos futuros (trabalhadores) para encaixar com a ordem social.

critica

Nomeadamente, boas notas prometem um lugar melhor na cadeia de comida; notas baixas e maus relatórios ameaçados com a fome, desalojamento, isolamento social, e sofrimento tanto do desemprego ou de trabalho com movimentos repetitivos muitas vezes em condições horrorosas. Avaliação escolar serve para justificar a apatia da parte daqueles que exploram o sofrimento e trabalho daqueles que na força do sistema sócio económico no fim da cadeia alimentar. Por outras palavras, crueldade, apatia, e alienação são artificialmente incutidas em instituições de “aprendizagem” para se civilizar e colonizar recursos humanos e não humanos em nome da alimentação e simultaneamente pela cadeia alimentar. Estas qualidades não são efeitos colaterias ou resultado de um acidente indesejado da “natureza humana”; eles mentem no coração da agenda civilizada. De facto, são parte intrínseca do mecanismo que assegura a sua proliferação.

Portanto não é supresa do que mais que nunca, o ultimo século tem visto uma globalização sem precedentes de escolaridade obrigatória onde a formação e hábitos das crianças civilizadas tornaram-se largamente confinados a salas de aulas onde a estrutura hierática obriga obediência aos mais altos rakings da autoridade ( exemplo professor e representante de turma escolhido) e onde as crianças aprendem a ouvir o professor, a ler e a escrever. As classes são arranjadas por idade, pessoas de fora não podem entrar, e este confinamento de crianças em espaços com as mesmas idades elimina a possibilidade das crianças experênciarem o caos diário da vida no mundo real. No ultimo ´seculo, literatura e línguas coloniais tem sido impostas nas crianças pelo mundo sem olhar á sua cultura ancestral ou o trabalho que teriam para fazer inquéritos visando as capacidades para escrever, particularmente numa linguagem colonial e estrangeira.

A minha própria infância é uma ilustração perfeita desta colonização e as suas complexidades. Quando vivi na Rússia, a minha opinião da escola curricula era limitada ao Russo, que era a língua oficial na União Soviética e as nações “amigas”, e quando mudámos para o Sudão, foi para uma escola de inglês e árabe, ambas eram linguas do colonizador em África. Toda a minha educação era antropocêntrica e maioritariamente Eurocêntrica e alienada da vida real do Nordeste africano no qual eu vivia e que era devastado para servir 0 “ocidente/Médio Oriente” e as necessidades coloniais – primeiro trabalho escravo, depois para roubar marfim assassinou elefantes, depois algodão, cobre, uranium, e finalmente petróleo, entre outras infindáveis violações da vida. Depois da indepêndencia da Inglaterra em 1956, o Sudão herdou as fronteiras coloniais e manteve uma entidade colonial pela virtude do seu lugar na hierarquia da “post” economia colonial, portanto seguiu o legado da exploração mineira, escravatura, exploração, guerra, e desertificação, portanto re-iniciando o paradigma exploratório da cadeia de comida predatória. Isto é verdade para todas as nações estado do mundo contêmporaneo, e assim não pode haver soberania na civilização, que é colonialismo per se.

Como o modo mais efetivo de domesticação, a educação sempre teve um papel critico em todo isto. Históricamente, quando os árabes e mais tarde os europeus colonizavam um novo lugar, a primeira coisa que faziam era abrir escolas. Mesmo assim, apesar da relação casual entre civilização, sofrimento, e devastação ambiental, mais desesperadamente a situação ecológica cresce, quando mais se defender a escola e quanto mais os paós a exigirem para as suas crianças, aceitando a propaganda do estado que a educação é a resposta.

No entanto, os 10.000.000 anos de civilização demonstrou que foi a própria civilização que trouxe a organização violenta, espalhou pobreza entre as classes desposadas de animais humanos e não humanos, mal alimentados, stressados, e a quem a exploração enfraqueceu o sistema imune, enquanto abandonados em condições de vida que facilitam o alastrar de doenças contagiosas e epidemias.  Por exemplo, Armelagos e colegas discutem na sua pesquisa paleontológica em 1991 de como o sedentarismo e a agricultura aumentou on níveis de mortalidade, particularmente negativo nas mulheres, crianças, e adultos mais velhos. De acordo com eles, o sedden cresceram na população neolítica apesar do aumento de mortalidade ao reduzir os intervalos entre nascimentos e aumento de nascimentos por mulheres.

Noutros mundos, a civilização exigiu recursos humanos disponíveis para forças militares, policias, e trabalho duro, e esta demanda era para se encontrar pela adoção de um paradigma patriarcal que aumentasse a população monocultural, detiorando o sistema imunitário de indivíduos, grupos, e todo o ambiente. Mas eu não aprendi isso na escola, Pesquisei sozinha. Quanto mais educados nos tornamos, mais longe estamos de nos lembrar da felicidade de ser simplesmente um sere no mundo. Mesmo assim, país intrincheirados no projeto da civilização, independentemente do seu lugar nela, continua a acreditar que se as pessoas são melhor educadas, e mais profundamente domesticadas, com mais punição, que a felicidade virá.

392_11070667153901

Não sabemos se neste ponto a crise ecológica pode-se prevenir. No entanto, mesmo assim devemos fazer tudo ao nosso alcance para encontrar a raiz e pará-la. Isto requer uma profunda re-examinação da epistomologia que giia a civilização e portanto o fim de todas as formas de coerção e encarceramento, incluindo, ou melhor começar pelas escolas.

 

Layla AbdelRahim é uma autora interdisciplinar que utiliza uma variedade de métodos de pesquiza e disciplinas para entender a civilização, mundo selvagem, e nosso lugar no mundo. No seu recente livro, Wild Children – Domesticated Dreams: Civization and the Birth of Education, examina a ligação entre civilização, domesticação, e educação confiando no seu journal entries como também pesquisa ethologica e  antropológica.

Para mais informação da sua critica à educação, civilização, literatura, e cultura visita o seu website:

www.layla.miltsov.org

Advertisements
Esta entrada foi publicada em Alimentação, ECOLOGIA, LIBERTAÇÃO ANIMAL, PRIMITIVISMO, SUSTENTABILIDADE com as etiquetas , , , , , , , . ligação permanente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s