AccaoPopularLibertaria.wordpress.com… Não te juntes, Cria!

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Acção Popular Libertária

Acção. A história faz dos senhores, reis, imperadores, políticos e grandes homens as personagem de acção nacional e mundial. As boas e más acções são introduzidas na cultura local, segundo as necessidades materiais ou espirituais dos representantes do poder.

A acção na historia cultural é representada pela propriedade privada ( mulheres, escravos, seguidores, castelos, nações, material domesticar a natureza, estátuas, amuletos, etc) mas sempre da classe gentilíca.

Aprendemos como liberta-mos os “infiéis”, como as acções de colonização ajudou os “selvagens” a evoluir, e como a acção progressista ajudou o homem na conquista da natureza.

Na cultura escolar, moldam-nos a esta “verdade” inventada pelo poder, para eliminar a Acção dos populares ( revoltosos, bandidos, traidores, terroristas, ateus, pagões).

Na APL, a acção é desconstruir a cultura e história vigente no individuo, na cultura e na sociedade.

A verdade da acção está naquela que mantém, (para o bem e para o mal), as elites a viver em circulo. Está na desacreditação da roda eterna, inventada pelas élites.

Defende-se a acção direta, como meio legitimo de defesa. Não aceitamos ser acionados por religiões, governos ou famílias.

Popular

Popular (povo, povoação). Como a cultura das elites é inventada a partir dos medos e necessidades do povo, facilmente moldam a cultura popular aos seus interesses.Para controlar o povo, inventaram-se os deuses, a moral, a ética e a psico.

O apoio mutuo popular foi substituído por solidariedade, piedade e por acção misericordiosa. Criou-se a igreja, o socialismo, as organizações não governamentais e as fundações. A democracia foi criada a partir da crença popular, que iriam ter voz, ensinamentos e direitos iguais.

Os movimentos de acção direta populares foram substituidos por exércitos, “irmãos”, políticas, juízes, burocracia e maquinaria.

Hoje, onde 99% da população está “indignada” ou “à rasca” e sai à rua, o poder aciona a sua resposta, recorrendo a acções que praticou em vários pontos da história na linha rotativa eterna (pelo menos enquanto houver resistência popular), e que resultou na manipulação das necessidades populares, para proveito próprio e para a manutenção da exploração e impunidade. Fazendo passar a ideia que a população não tem capacidade de se dirigir a si própria, segundo os valores, ética, moral e necessidades populares.

As várias guerras, sacrifícios, escravatura e a invenção de uma sociedade de classes ao logo dos milénios, isso provam.

Fomos movimentos populares, enquanto levava-mos uma vida nómada ou semi – nómada, a quando da sedenterização, os movimentos populares foram substituídos por movimentos hierárquicos.

Somos um movimento popular quando vamos por nós, acreditando em nós e não quando seguimos a cultura popular ensinada, mantida e alimentada pelos mesmos que nos levam a pensar criar movimentos de famílias, não de partidos, de culturas, não de interesse egoísta, de indivíduos não de soldados.

O que pretendemos de volta, não é o poder, é a equidade perdida.

Libertária

Acreditamos que a grande maioria dos populares “perdidos, falhados, defeituosos, virosos, asquerosos” que as elites tentam “identificar e reinserir” o são devido às condições atuais e passadas das sociedades proprietárias, que fabricaram as diferenças de classe entre os indivíduos, clãs, tribos, estilos de vida, tudo com a cultura que inventaram para o povo.

Todos os grupos que pretendem dirigir a sociedade e todos os que lhe resistem apresentam a mesma imagem textual ( paz, direito, dever), misturada nos seus ideais, crenças, símbolos e cultura e história.

Todos os genocídios, ecocidios e extinção de animais foram inventados pelo poder, mas só foram possíveis devido à participação das massas populares.

E é por isso que a APL foi criada, para identificar, vigiar, apontar, descrever e resistir aos modos como as elites iniciaram, usaram, esconderam, renovaram, disfarçaram, e impõem a sua “cultura” sobre as populações, desde a opinião do seu inicio, pior momento, caras, locais, símbolos até aos dias de hoje e sua preparação para os dias de amanha.

A Nova Ordem Mundial, tem muitas caras, muitas conspirações, muitas mentiras, muitas verdades.

Mas a Verdade é que está a ser preparada, e é contra todos os seus tentáculos e semelhantes que resistimos.

Especismo

Todo o anarquista/libertário rege-se pela igualdade. A APL estende essa igualdade à restante natureza. Apoiamos os anarquistas sindicalistas, mas não queremos proletariados. Uma das maiores causas de sofrimento do homem causado pelo homem é a destruição do seu habitat. Iniciou-se com a agricultura e com a criação e gado, primeira etapa da mentalidade de exploração que rapidamente passou para a escravatura. A agricultura, matéria prima para objetos da civilização, fontes de energia, locais de despejo de excedentes, etc, etc, causaram fome, doenças guerras, doenças, extinções. Tudo isto é alimentado pelo trabalho, em nome do progresso, da paz e igualdade, mas na verdade é para nos manter “domesticados” pela necessidade, acção misericordiosa e medo.

O trabalho é a chave que nos tranca nas cidades, que nos algema ao estado, que nos quer obrigar a aceitar… aceitar as classes. Os moralistas, os pensadores, os oradores, os mágicos, os poderosos, os necessitados, os desumanizados, os exploradores e os explorados.

Equipara-se a mentalidade, as acções e as consequências das opções das elites em relação ao animais e aos vegetais, com a maneira como as classes exploradas são controladas, marcadas, educadas. A medicina, a veterinária e a biologia como meios para nos adaptar ao cada vez mais insustentável ecossistema, utilizando biliões para “salvar” uns poucos que podem manter a imortalidade da humanidade.

A vida de um animal de produção, não é diferente da vida de um cidadão produtor. Ambos são retirados aos pais muito cedo, são educados fora dos valores familiares naturais, só lhes ensinam coisas de que possam tirar lucro, em caso de inadaptação, criam-se sub produtos ou “sub profissões” (Ex: cursos técnico profissionais), em caso de doença e que a medicina não ajude, encosta-se a um canto e espera-se que morra.

Por muitas capas que o poder tenha, a sua mentalidade é a mesma, sempre a mesma. A mentalidade popular é individual, que muitas vezes confrontando-se mutuamente criam outra mentalidade, mas nunca se sentem livres se for forçada seja por violência ou dependência.

Acreditamos na acção direta, reconhecemos os seus perigos e as possíveis consequências.

A repressão sobre grupos de acção direta, seus apologistas e defensores impede que acções diretas sejam repetidas regularmente e que o numero de ativistas se junte, porque acreditamos que a vontade de defender a natureza ( Plantas, animais humanos e não humanos, água, ar, etc etc…) pode reprimir, mas não consegue “reeducar” quem já salvou, impediu ou parou algum tipo de exploração pelas própria mãos.

Na APL Virtual (blog), partilha-se informação, apresentam-se ideias identifica-se o poder e como o combater culturalmente, e fisicamente, não temos nada de novo, mas sentimos que nos identificamos com a “classe” certa. Indivíduos de APL, participam em acções de outros grupos, alguns sem ideias libertárias, acreditamos no apoio mutuo, e enquanto sentirmos que assim se está, participam. Criaram “movimentos” ecológicos, dos direitos dos animais e de apoio social, salvaram animais, divulgaram conhecimento utilizando as artes e outros não se sabe

Repetimo-nos porque o poder se repete! Vamos parar a roda, para que acabem os atropelamentos!

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